Os chineses são sempre os primeiros…

… a pensar no futuro da nossa sociedade. Os conhecidos vanguardistas nas últimas tendências tecnológicas e no aperfeiçoamento de técnicas, sistemas e aparelhos que nos facilitam e simplificam a vida cada vez mais, são também um povo extremamente “produtivo”. Comparativamente com os países ocidentais, os empregadores de empresas chinesas trabalham, habitualmente, mais horas e – […]

… a pensar no futuro da nossa sociedade. Os conhecidos vanguardistas nas últimas tendências tecnológicas e no aperfeiçoamento de técnicas, sistemas e aparelhos que nos facilitam e simplificam a vida cada vez mais, são também um povo extremamente “produtivo”. Comparativamente com os países ocidentais, os empregadores de empresas chinesas trabalham, habitualmente, mais horas e – claro – produzem mais resultados. Como consequência, não é de admirar que sejam também os primeiros a desenvolver ideias revolucionárias que afectam, por exemplo, o seu sistema de educação.

Prova disso é a iniciativa de uma cidadã chinesa de 35 anos, Wu Pei, que, para além de dar aulas de programação numa escola em Nanjing, está também a ajudar centenas de pais a iniciarem os seus filhos neste mundo desde tenra idade. O objectivo é fazer com que crianças desde o primeiro ano lectivo possam começar a escrever código.

E este não é caso único. Na China existem outras escolas e cidades que estão a adoptar a mesma iniciativa e a desenvolver projectos e protocolos com empresas que permitam que alunos com apenas 6 anos possam começar a tomar contacto com este universo.

“Ensinar a próxima geração a escrever código é algo que merecia ser considerado vital na estratégia nacional de educação”, defende Wang Jiulin, a criadora de Kidscode.cn, um site que partilha informação e pequenos cursos gratuitamente.

Numa sociedade cada vez mais digitalizada e em que segundo os pesquisadores da Universidade de Oxford prevêem que dentro de 20 anos metade dos empregos serão substituídos por robots e computadores, esta é, talvez, uma medida de salvaguarda para ajudar as próximas gerações a saberem tirar partido do lado positivo desta demanda e a “empreender” uma realidade onde os seus conhecimentos são úteis nos tempos que correm.

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