Palavra do ano. “Refugiado”, “terrorismo” e “acolhimento”, qual vencerá?

Eleição decorre até ao dia 31 de dezembro através do site www.palavradoano.pt.


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Está a decorrer desde o início deste mês, a eleição da “Palavra do Ano” 2015. Votando a partir da lista de dez candidatas que se apresentam no site www.palavradoano.pt, segundo a promotora da iniciativa, a Porto Editora, regista-se já uma participação de cerca de 10 mil portugueses.

A dez dias do fim da eleição, há três palavras que se destacam: “refugiado”, “terrorismo” e “acolhimento”, seguidas por “esquerda”, “drone”, “plafonamento” e “bastão de selfie”. A fechar estão as palavras “festivaleiro”, “privatização” e “superalimento”.

A “Palavra do Ano”, iniciativa da Porto Editora, está já sétima edição, e tem como principal objetivo sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa, património vivo e precioso de todos os que nela se expressam, acentuando, assim, a importância das palavras e dos seus significados na produção individual e social dos sentidos com que vamos interpretando e construindo a própria vida.

A empresa esclarece ainda que a lista de palavras candidatas é produto do trabalho permanente de observação e acompanhamento da realidade da língua portuguesa, levado a cabo pela Porto Editora, através da análise de frequência e distribuição de uso das palavras e do relevo que elas alcançam, tanto nos meios de comunicação e redes sociais como no registo de consultas online e mobile dos dicionários da Porto Editora, tendo também em consideração as sugestões.

Aguardemos assim pela cerimónia de apresentação da “Palavra do Ano2015”, agendada para o próximo dia 4 de janeiro de 2016, pelas 11:00, na Biblioteca Municipal José Saramago, em Loures. Nessa altura, será conhecida a palavra eleita pelos portugueses para suceder a “corrupção” (2014).

Para a história ficam ainda as escolhas de 2009, ano em que venceu a palavra “esmiuçar”; em 2010, “vuvuzela”; em 2011 “austeridade”; em 2012, “entroikado”; e em 2013, “bombeiro”.

OJE

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