PAN pede que Orçamento Municipal do Funchal tenha como prioridade a área social

O partido quer que o Orçamento Municipal dê resposta aos cidadãos mais frágeis, tendo em conta a atual situação económica e social “cujas dimensões ainda não podem ser devidamente calculadas”.

O PAN Madeira quer que o Orçamento Municipal do Funchal tenha um cariz social, que dê resposta aos cidadãos mais frágeis, tendo em conta a atual situação económica e social “cujas dimensões ainda não podem ser devidamente calculadas”.

O partido reúne-se esta terça-feira com a vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Cristina Pedra, em audição sobre o Orçamento Municipal do Funchal.

A força partidária quer que o orçamento dê respostas nas seguintes áreas: Públicos Vulneráveis; Combate à Pobreza; Acessibilidade; Prevenção e Combate à Violência Doméstica; Solidão; Promoção de Atividade Física; Política de alimentação saudável e sustentável; Segurança; Transparência; Equipamentos Municipais; Associações Zoófilas; Equipa de Salvação e Resgate Animal Municipal; Campanhas de Esterilização e Sensibilização; Programa CED – Capturar-Esterilizar-Devolver; Proteção e bem-estar animal; Reforço da vigilância da natureza; Resíduos Urbanos; Mobilidade; Biodiversidade do Funchal; Resiliência e Sustentabilidade Alimentar.

“No PAN vemos e pensamos o planeta em que vivemos de uma forma holística, onde tudo está interligado, sendo claro que os desafios atuais colocam ainda mais pressão para reverter os efeitos da ação humana sobre o ambiente, bem como reverter os efeitos sentidos na sociedade devido à atual crise económica e social um claro exemplo disso”, considera o partido.

A força partidária diz pugnar pelo “Pensar Global, Agir Local”, e que acredita que nas políticas públicas da nossa rua e da nossa cidade “podemos fazer a diferença, porque as pequenas ações (individuais ou em coletivo) em todo o planeta levar-nos-ão ao cumprimento do nosso objetivo enquanto humanidade – a adaptação e a sobrevivência da espécie humana e de todas as outras espécies que connosco coabitam”.

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