Passagem de ano será sem chuva mas com muito frio

A tarde do primeiro dia do ano pode fazer-se acompanhar por alguma precipitação. As temperaturas manter-se-ão agradáveis.

A noite de passagem de ano vai ser fria, mas sem registo de chuva em Portugal continental. As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontam, no entanto, para a possibilidade de precipitação na tarde do primeiro dia do novo ano.

Aos jornalistas a meteorologista do IPMA, Cristina Simões, adianta que “os próximos dias serão de céu pouco nublado ou limpo, apresentando alguma nebulosidade na região sul e haverá neblinas ou nevoeiros matinais em alguns locais das regiões do interior. O vento vai soprar em geral fraco, sendo mais intenso nas terras altas”.

Para o próximo fim-de-semana, Cristina Simões afirma que “com os dados que temos hoje e a esta distância não se prevê precipitação até dia 31 [sábado], inclusive na passagem para dia 1 [domingo]”.

As temperaturas mostrar-se-ão também agradáveis. “As máximas vão estar à volta dos 15/16 graus no litoral, sendo que no Algarve devem rondar os 16/17 graus. Nas regiões do interior, a máxima deverá ficar perto dos 10 graus”, sublinha Cristina Simões.

No entanto, o primeiro dia do ano pode fazer-se acompanhar por alguma precipitação. “No dia 1 temos a aproximação de uma superfície frontal que não traz muita atividade, mas pode dar precipitação na tarde desse dia”, diz a meteorologista.

Recomendadas

ACNUR abre representação em Portugal e lembra que ninguém escolhe ser refugiado

Ninguém escolhe ser refugiado, mas qualquer um pode escolher ajudar e essa é a premissa na base da campanha Portugal ACNUR, para sensibilizar os portugueses a ajudar as 103 milhões de pessoas que ficaram com a vida ao contrário.

JE Podcast: Ouça aqui as notícias mais importantes desta sexta-feira

Da economia à política, das empresas aos mercados, ouça aqui as principais notícias que marcam o dia informativo desta sexta-feira.

Eutanásia: CDS pede a Marcelo para enviar lei para o Tribunal Constitucional

“Apelamos, de forma vigorosa, ao senhor Presidente da República para que envie esta lei iníqua ao Tribunal Constitucional, de forma a que a sua constitucionalidade possa ser devidamente apreciada”, refere um comunicado do CDS-PP.
Comentários