Passemos à escolha: continuar a avançar ou voltar para trás

O deputado do CDS-PP Telmo Correia afirmou que o “novo PS” é igual “ao novo PS” e disse que a escolha “no futuro” é entre o “passado despesista” e o “empenho” da maioria para “continuar a avançar”. “Do novo PS, para além de uma curta nostalgia da era Sócrates, nada. O novo PS é não […]


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O deputado do CDS-PP Telmo Correia afirmou que o “novo PS” é igual “ao novo PS” e disse que a escolha “no futuro” é entre o “passado despesista” e o “empenho” da maioria para “continuar a avançar”.

“Do novo PS, para além de uma curta nostalgia da era Sócrates, nada. O novo PS é não só a cara mas o coração do velho PS. Igualzinho sem renovação nem reciclagem. O novo PS é igual ao PS que conduziu o país à bancarrota”, afirmou Telmo Correia, intervindo pelo CDS-PP no encerramento do debate do Orçamento do Estado para 2015.

O democrata-cristão manifestou o apoio “enquanto deputado da maioria” ao Governo PSD/CDS-PP e à proposta orçamental, que disse apresentar “um caminho político, assente na construção de um novo modelo económico”.

Sobre as propostas do PS no debate, “nada de novo, nem uma ideia nem uma proposta”, disse Telmo Correia, ironizando que “é como se a célebre D. Inércia se tivesse apoderado do PS”.

“Ao fim de 30 dias ninguém sabe o que quer ou o que pensa a nova liderança do PS”, afirmou, referindo que António Costa “está desaparecido” e “abandonou os seus deputados a um exercício do canal história no parlamento.

Criticando a “falta de disponibilidade do PS” para o diálogo construtivo, o deputado do CDS-PP atribuiu o “mérito do diálogo e da concertação social” aos parceiros sociais como a UGT, destacando os resultados como a atualização do Salário Mínimo Nacional e o “compromisso para a recuperação dos salários da função pública”.

O Orçamento para 2015, defendeu, representa o fim “da ilusão e o erro do passado, de um modelo marcado pela despesa pública como os aeroportos sem os aviões, as autoestradas sem carros, ou as terceiras travessias ou pelo endividamento externo insustentável”.

Agora, considerou, o modelo económico assenta “numa economia exportadora, centrada no investimento privado e na criação de riqueza”.

Para o CDS-PP, no futuro, “a escolha, não é, essencialmente ideológica mas sim, como sublinhou e bem o sr. primeiro-ministro, entre continuar a avançar ou voltar para trás, para o tempo da irresponsabilidade despesista”.

 

OJE/Lusa

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