Passos ataca Costa: diminuição da austeridade “não é o resultado de voluntarismos bondosos”

Pedro Passos Coelho reforça os ataques a António Costa e ao seu programa de governo em aliança com os restantes partidos de esquerda. Sem nunca referir o nome do líder socialista, Passos Coelho acusa que “o grau de remoção de políticas austeritárias nem é uma escolha ideológica, nem o resultado de voluntarismos bondosos. Deve corresponder […]


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Pedro Passos Coelho reforça os ataques a António Costa e ao seu programa de governo em aliança com os restantes partidos de esquerda. Sem nunca referir o nome do líder socialista, Passos Coelho acusa que “o grau de remoção de políticas austeritárias nem é uma escolha ideológica, nem o resultado de voluntarismos bondosos. Deve corresponder tanto quanto possível às quantidades de confiança que soubermos granjear entre parceiros e credores, assentes na estratégia de recuperação económica que conseguirmos executar e na prudência e respeito pelos sacrifícios que os portugueses realizaram”.

Para o primeiro-ministro, a apresentar o seu programa de governo na Assembleia da República, “nenhum programa de governo digno desse nome pode assentar a sua pedra angular e ainda menos a sua justificação política na necessidade de impor escolhas que ameacem a recuperação que o país está a fazer ao remeter para o falso plano ideológico o que só deve ser equacionado dentro das condições realistas que enfrentamos”.

Diz Passos Coelho que por essa razão recusou “fazer campanha numa espécie de leilão para saber quem remove mais depressa as medidas de austeridade”.

E logo de seguida, apesar de saber que o seu governo acaba amanhã com a moção de rejeição socialista, apoiada por todas as bancadas parlamentares da esquerda, Passos Coelho destaca querer continuar o seu “espírito reformista” na legislatura que agora começa. O líder da coligação Portugal à Frente pretende promover a natalidade para reverter a queda demográfica, “um combate sem tréguas às desigualdades sociais”, o combate aos “privilégios injustificáveis” e lançar um programa de desenvolvimento social, para a transmissão de qualificações a jovens que queiram trabalhar através de parcerias com o terceiro setor.

Já na necessária Reforma da Segurança Social, diz que é preciso convergir as medidas de curto prazo de “financiamento da Segurança Social” com as medidas de longo prazo “que garantem a sustentabilidade das pensões sem ser, como até aqui, à causa da adoção de medidas paramétricas que se traduzem na simples redução futura do seu valor”.

Em actualização.

Carlos Caldeira/OJE

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