Paulo Macedo. Utentes gastaram menos 300 milhões em medicamentos

Nestes quatro anos gastou-se menos 300 milhões de euros em medicamentos, disse Paulo Macedo, ministro da Saúde, no mais recente debate do ICPT – International Club of Portugal. O governante garantiu que este objetivo de redução de custos para os utentes não estava no memorando da troika, mas apenas uma redução do preço para o […]


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Nestes quatro anos gastou-se menos 300 milhões de euros em medicamentos, disse Paulo Macedo, ministro da Saúde, no mais recente debate do ICPT – International Club of Portugal.

O governante garantiu que este objetivo de redução de custos para os utentes não estava no memorando da troika, mas apenas uma redução do preço para o Estado e nem sequer estava quantificado. Adiantou que durante este perído de governação foram reduzidos os consumos dos medicamentos mais comuns entre 27% e 30% e, ainda assim “estima-se que continue a haver desperdícios no sistema de saúde que oscilarão entre os 20 e os 40% dos gastos globais”.

Paulo Macedo aproveitou o evento para desdramatizar o tema farmácias. Disse que faliram 24 farmácias e abriram o mesmo número de estabelecimentos e realçou que o número final foi de uma redução de custos para os doentes de 300 milhões de euros e de 400 milhões de euros de redução para o Serviço Nacional de Saúde.

Relativamente ao futuro, Macedo disse que é expetável um aumento dos custos da saúde pela pela via da tecnologia. Com a indústria farmacêutica há negociações a fazer, pois no futuro terá de se pagar por doente curado e não pelo número de doentes tratados. Por seu lado, os hospitais vão obrigar a uma dimensão critica com grandes especializações, sendo possível desta forma a criação de centros de referência.

Por seu lado, o nível de exportações está a crescer a dois dígitos e salientou que já se exporta mais com a saúde do que com o vinho e a cortiça juntos.

O setor da saúde é ainda o maior recrutador de mão-de-obra. Foram contratados 1800 enfermeiros e 1900 médicos. Está previsto o recrutamento de mais cinco mil pessoas até final do ano. A nível de investigação foram criados três novos centros académicos.

Vítor Norinha/OJE

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