Pfizer atrasa entrega de vacinas para Espanha devido a um “incidente logístico” na Bélgica

A empresa informou ao ministério da saúde espanhol que a entrega foi comprometida devido a um “atraso nos embarques” causado por “um problema no processo de carregamento e embarque”.

A Pfizer adiou para amanhã a entrega de vacinas contra a Covid-19 em Espanha, alegando ter havido um “incidente logístico” na fábrica da Puurs na Bélgica. Entretanto, o ministro da saúde espanhol, Salvador Illa, garantiu que o problema está “resolvido”, e que as 350 mil doses chegarão amanhã, dia 29 de dezembro, ao país, prontas a ser distribuídas pelos vários pontos de entrega, segundo o “El País”.

A empresa informou ao ministério da saúde espanhol que a entrega foi comprometida devido a um “atraso nos embarques” causado por “um problema no processo de carregamento e embarque”. A farmacêutica esclareceu que “a situação já está resolvida”, embora “a próxima entrega das vacinas demore algumas horas e só chegará à Espanha na terça-feira, dia 29 de dezembro, para a continuação da vacinação em todo o território nacional”, segundo o ministério.

O ministério da saúde espanhol tinha planeado enviar a partir desta segunda-feira uma média de 350 mil doses semanais para as comunidades autónomas. No final da tarde de domingo, o chefe da Pfizer em Espanha comunicou o atraso, e o ministério informou aos coordenadores de vacinação de cada comunidade autónoma, segundo Illa. Nas próximas 12 semanas, a Espanha receberá 4.591.275 doses da vacina da Pfizer com as quais poderá imunizar 2.295.638 pessoas, o que cobriria a primeira etapa da estratégia de vacinação contra a Covid-19 em Espanha.

“Começamos com uma vacina, mas estamos a aguardar a autorização de mais do que adquirimos”, disse Illa em referência à próxima avaliação da imunização da Agência Europeia do Medicamento da Moderna, no dia de reis. O ministro explicou que Espanha tentará ter “o máximo de doses possíveis” da vacina americana. Estão previstas chegar a território europeu cerca de 80 milhões de doses.

O fim da pandemia, insistiu, só ocorrerá “quando tivermos adquirido uma percentagem suficiente de imunidade, que está fixada em cerca de 70%. Esse fim pode acontecer no final do verão”, explicou Illa em entrevista à rede “SER”.

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