Pfizer e Allergan confirmam fusão

A Pfizer e a Allergan confirmaram esta segunda-feira que vão fundir-se. A operação está avaliada em 160 mil milhões de dólares e dará lugar à maior farmacêutica mundial.


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As farmacêuticas Pfizer e Allergan confirmaram esta segunda-feira que vão fundir-se. A operação está avaliada em 160 mil milhões de dólares (cerca de 150,5 mil milhões de euros) e dará lugar à maior companhia de saúde do mundo.

Com esta fusão, a empresa criada será maior que a atual líder, a Johnson & Johnson, explica o jornal online El País. Com esta operação a dona do Viagra e do Xanax irá juntar-se à empresa de tratamento Botox através da troca de ações.

A empresa que nasce deste negócio é a maior fusão de sempre no setor farmacêutico e a segunda maior depois da Vodafone e da Mannesmann. A empresa irá manter o nome Pfizer, mas a sede fiscal irá mudar-se para a Europa.

A multinacional norte-americana irá pagar o equivalente a 363,63 dólares por cada título da concorrente. A operação, avança o El País, estará concluída na segunda metade de 2016, e está envolta numa grande controvérsia sobre as implicações fiscais.

A Allergan tem sede em Dublin (Irlanda), onde os impostos de rendimentos empresariais de 12,5% é mais favorável que nos EUA (35%), taxa a que a Pfizer passará a estar sujeita.

A compra irá formaliza-se quatro dias depois das Finanças norte-americanas apresentarem novas medidas para dificultar o “investimento fiscal”, ou seja operações empresariais realizadas por empresas de grande dimensão que adquirem concorrentes mais pequenos com sede fiscal em países mais vantajosos em termos fiscais, explica o El País.

Tecnicamente, o acordo está estruturado através de uma “fusão invertida”. Ou seja, a Allergan, empresa de menor dimensão, adquire a Pfizer para poder beneficiar desta jogada fiscal legal, explica o jornal espanhol.

A nova empresa terá um valor bolsista superior a 320 mil milhões de dólares e as receitas aproximam-se dos 64 mil milhões de dólares, tendo em conta os resultados do exercício de 2014.

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