PremiumPode o cinema de animação português ser uma indústria?

Entrar num estúdio de animação não defrauda as expectativas. É como estar em vários ‘sets’ de um filme com diversas histórias a desenrolarem-se à nossa frente, em simultâneo. Fervilha de gente e quem nos guia por este universo feito de décors, bonecos, ecrãs e mil e um objetos em miniatura é Nuno Beato, produtor e realizador de animação. Um entusiasta desta arte, para quem o futuro da animação portuguesa é “ser grande”. Isto é, tornar-se uma indústria. “É o passo que falta dar”, diz ao JE.

Existem diversas espécies de sardinha em lata. Nem todas previsíveis e alinhadas no clássico azeite ou enroupadas em molhos mais exóticos. Há uma “Sardinha em Lata” que não se come, mas se pode devorar, ou saborear com tempo, num ecrã.

A experiência é sempre mágica, ou não estivéssemos no reino da animação, onde se luta para dar o próximo passo. Ser grande. Sim, que também neste ofício a ambição de crescer existe. Se fosse uma criança, a pergunta seria “o que queres ser quando fores grande?” A resposta está na ponta da língua: uma indústria. Reconhecida nacional e internacionalmente. Mas já lá vamos.

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