Politécnico de Setúbal impulsiona projeto Ent-r-e-Novators

O projeto estará no terreno até 2025 com o propósito de fazer um levantamento das condições do trabalho de investigação no extenso campus da E³UDRES² – de Portugal  à Letónia, passando pela Hungria, Roménia, Áustria e Bélgica.

O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) recebe esta quinta e sexta-feira, 6 e 7 de outubro, a reunião de arranque do projeto europeu E³UDRES² Ent-r-e-Novators, que pretende ser um dos pilares de suporte da aliança universitária E³UDRES² na sua dimensão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação (ID&I).

O encontro decorre em formato híbrido a partir do campus de Setúbal do IPS e nele participam os seis parceiros fundadores do consórcio europeu. Ao docente e investigador do IPS, Luís Coelho, que lidera a equipa de coordenação, coube a apresentação global do projeto.

Em construção desde 2020, o projeto estará no terreno até 2025 com o propósito de fazer um levantamento das condições do trabalho de investigação no extenso campus da E³UDRES² – de Portugal  à Letónia, passando pela Hungria, Roménia, Áustria e Bélgica.

Nestes 36 meses de trabalho, Ent-r-e-Novators propõe-se realizar um diagnóstico do património existente nesta parcela do território europeu em matéria de investigação e inovação, debruçando-se em áreas fundamentais como  infraestruturas, equipamentos e recursos humanos, atividades, linhas, grupos e redes de ID&I, bem como políticas e práticas de Ciência Aberta e de envolvimento com a sociedade.

O projeto é financiado pela Comissão Europeia, através do programa Horizonte Europa, no quadro do seu pilar respeitante à excelência científica (call HORIZON-WIDERA-2021-ACCESS-05), que pretende fortalecer a capacidade de investigação e inovação das instituições de ensino superior europeias e respetivos  ecossistemas.

No processo de construção de uma agenda comum de ID&I, a meta é potenciar a investigação de e para a regiões envolvidas – que está no ADN da E³UDRES² – através, não só do reforço da cooperação das instituições do ensino superior (IES) com o meio envolvente, trabalhando modelos de cooperação mais integrados e trabalhados a longo prazo, como também de uma maior proximidade e envolvimento dos cidadãos, transformando as IES em instituições mais abertas e conectadas, refere a equipa coordenadora do projeto.

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