PremiumMadeira: Portos esperam terminar 2022 a superar escalas de 2019

Este ano a Madeira foi nomeada, pela primeira vez, para os ‘World Cruise Awards’ como melhor destino de cruzeiros da Europa. A Administração dos Portos da Madeira prevê que o número de escalas seja superior às 300 de 2019.

Os Portos da Madeira esperam terminar este ano com o número de escalas de navios de cruzeiro a superar o registado em 2019, depois de, no ano passado, o Porto do Funchal ter sido o porto nacional líder no movimento de escalas de navios de cruzeiro.

“As previsões apontam que vamos terminar este ano de 2022 com um número de escalas acima das obtidas no ano de 2019, que foram cerca de 300. Só em 2012, um ano absolutamente excecional, é que registámos números semelhantes, que podem mesmo ser superados este ano”, indica a presidente do Conselho de Administração da APRAM (Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira), Paula Cabaço.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 2 de setembro.

Recomendadas

PremiumPutin une extremos na oposição ao Ocidente

As franjas mais extremas europeias convergem no apoio a Putin, unidas por um antiamericanismo reforçado, à esquerda, por uma orfandade do comunismo soviético e, à direita, pela admiração por um regime iliberal e autocrático.

PremiumPara saudar o regresso de um majestoso Jaen

Serve este texto para saudar a aposta de um produtor do Dão, a Caminhos Cruzados, integrada há cerca de dois anos no grupo da Quinta da Pacheca (no Douro), na comercialização de um monovarietal de uma das castas mais singulares que se produzem em Portugal: a Jaen (Mencia, em Espanha). Há quem diga que em relação à Jaen, ou se ama ou se detesta.

PremiumFada ou bruxa? Uma duquesa que incomoda muita gente

Sociopata narcisista”. Uma classificação nada abonatória, mas é assim que é descrita Meghan Markle por ex-funcionários do Palácio de Buckingham que trabalharam para os duques de Sussex, segundo o que é revelado no novo livro de Valentine Low, que escreve sobre assuntos reais para o “The Times”.
Comentários