Portugal 2020. Tecido empresarial revela um “particular dinamismo”

Ao OJE, Maria Fernanda Carmo, diretora da CH Projects, explica como está a correr o Portugal 2020 e deixa ainda um conjunto de sugestões para que as empresas tenham sucesso no seu plano de internacionalização. Que leitura faz das opções dos empresários em matéria de financiamentos? Que tipo de apoios ou incentivos têm tido maior […]


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Ao OJE, Maria Fernanda Carmo, diretora da CH Projects, explica como está a correr o Portugal 2020 e deixa ainda um conjunto de sugestões para que as empresas tenham sucesso no seu plano de internacionalização.

Que leitura faz das opções dos empresários em matéria de financiamentos? Que tipo de apoios ou incentivos têm tido maior procura?
Neste momento, o tecido empresarial está a revelar um particular dinamismo, existindo um elevado número de empresas a investir fortemente nos mercados externos. Os apoios conseguidos através do Portugal 2020 são encarados como uma forma de alavancar o investimento que permite, num prazo mais curto, entrar e/ou reforçar a presença noutros países. O perfil de empresa que se candidata a estes incentivos tem uma estratégia de internacionalização bem traçada e objetivos bem definidos, pelo que os incentivos concedidos se traduzem, habitualmente, em resultados francamente positivos. Os nossos clientes têm procurado apoios para investimento produtivo (essencialmente para aquisição de equipamentos) e para concretização das suas estratégias de internacionalização e modernização das empresas. Temos também projetos na área da investigação e inovação tecnológica e muita procura para projetos do setor agrícola, também estes com uma forte vocação exportadora.

Como está a correr o novo quadro comunitário Portugal 2020?
Embora estejamos ainda numa fase inicial deste novo quadro comunitário, o nosso balanço é muito positivo. Foram introduzidas, relativamente ao QREN, algumas alterações nos formulários de candidatura que, na nossa opinião, favorecem um maior escrutínio dos projetos, permitindo identificar aqueles que têm subjacente um quadro de atuação estratégica bem estruturado e definido. Apesar das naturais restrições orçamentais e sabendo-se que o número de projetos apresentados até agora excedeu todas as expectativas, ainda assim, consideramos que dificilmente um bom projeto não consegue apoio.

Como devem organizar-se as empresas e que condições devem reunir para serem bem sucedidas numa qualquer candidatura?
O fundamental é a empresa ter uma estratégia bem definida, objetivos claros, conhecer as áreas críticas do negócio, as suas vantagens competitivas e o seu papel na cadeia de valor alargada. Isto é, se a empresa souber o que quer e para onde vai, o essencial está cumprido. A partir daí, é elaborada uma candidatura que tem de ser coerente e que deve conseguir transmitir a quem a vai analisar a visão que está por trás do investimento. A nossa experiência, enquanto empresa de consultoria, mostra-nos que, se vestirmos a camisola do cliente e se sonharmos com ele, o resultado não pode ser outro que não o de ter um projeto vencedor.

 

Por Sónia Bexiga/OJE

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