Portugal contribui com 1,5 milhões de euros para o Fundo Global de Luta contra a SIDA, Tuberculose e Malária

O governo português responde, assim, ao apelo do Fundo “no sentido de serem incrementadas em 30% as contribuições dos seus membros”.

epa09873787 Minister of Foreign Affairs of Portugal, Joao Gomes Cravinho, arrives at a special meeting of NATO’s Ministers of Foreign Affairs on the Ukraine Crisis in Brussels, Belgium, 06 April 2022. NATO Ministers of Foreign Affairs will attend a working dinner on the evening of 06 April, and a second day of meetings on 07 April. EPA/OLIVIER HOSLET

O Governo anunciou, esta quinta-feira, o contributo de 1,5 milhões de euros de Portugal para o Fundo Global de Luta contra a SIDA, Tuberculose e Malária.

Em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros diz que “Portugal anunciou uma contribuição de 1,5 milhões de euros para o Fundo Global de Luta contra o VIH/SIDA, Tuberculose e Malária, respondendo ao apelo do Fundo, no sentido de serem incrementadas em 30% as contribuições dos seus membros, para financiamento das atividades no triénio 2023-2025”.

O contributo foi avançado pelo Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Francisco André, durante a VII Conferência de reposição de fundos do Fundo Global, organizada pelos Estados Unidos, em Nova Iorque.

Com o contributo “Portugal aumenta em 50% o valor da sua contribuição para o Fundo Global, em comparação com o valor de um milhão de euros do triénio anterior”, destaca o Governo, acrescentando que “esta contribuição é assegurada conjuntamente pelos orçamentos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, através do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, e do Ministério da Saúde”.

O Fundo Global de Luta contra a SIDA, Tuberculose e Malária tem como objetivo angariar financiamento para o próximo ciclo trienal de subvenções na resposta às três doenças. A esperança é a de que esse montante possa vir a salvar 20 milhões de vidas, reduzir em cerca de dois terços as mortes por VIH/SIDA, tuberculose e
malária, bem como reforçar os sistemas de saúde e comunitários.

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