Portugal emite 30 mil autorizações de residência

Portugal emitiu 29.764 primeiras autorizações de residência em 2014, na sua maioria com o objetivo de reunir famílias (46,5%) e por questões relacionadas com emprego (21,5%), revelou o Eurostat esta terça-feira. “Outras razões” foram os motivos da atribuição de autorizações de residência para mais de 6000 indivíduos (21,5%) e a deslocação para o país com […]


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Portugal emitiu 29.764 primeiras autorizações de residência em 2014, na sua maioria com o objetivo de reunir famílias (46,5%) e por questões relacionadas com emprego (21,5%), revelou o Eurostat esta terça-feira.

“Outras razões” foram os motivos da atribuição de autorizações de residência para mais de 6000 indivíduos (21,5%) e a deslocação para o país com o objetivo de estudar foi a razão apontada por 11,4% dos emigrantes provenientes de fora da União Europeia.

Os brasileiros, os chineses e os cabo-verdianos lideram as entradas legais em Portugal, representando respetivamente 28%, 15,8% e 8,9% das autorizações de residência atribuídas.

A nível europeu, a lista é dominada pelos cidadãos oriundos da  Ucrânia (13,1%), pelos EUA (8,6%) e pela China (7,4%).

À União europeia chegaram 2,3 milhões de pessoas que tiveram direito a autorizações de residência. A distribuição das motivações a nível global europeu foi distribuída de uma forma mais equitativa. Cerca de um terço dos cidadãos extracomunitários que tiveram autorização para viver na UE vieram por questões familiares (29,5%), seguido de “outras razões”(25%)  e dos motivos relacionados com emprego (24,8%). Apenas 20,8% das autorizações estão relacionadas com o ensino.

autorizações de residencia

Cerca um quarto das autorizações de residência foram emitidas no Reino Unido, seguido da Polónia (15,4%) e da Alemanha (10,3%). No total somam cerca de metade das entradas de estrangeiros na UE. Do ponto de vista dos países emitentes, um terço dos recém-chegados são provenientes da Ucrânia, dos EUA, da China e da Índia.

Em termos gerais a atribuição de autorizações de residência na União Europeia baixou 2,2% face a 2014 e 9,0% quando comparada com 2008. A descida é particularmente acentuada nas autorizações emitidas por motivos de trabalho.

OJE

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