Portugal registou 114.410 novos casos de Covid-19 e 256 mortes na última semana

Entre 7 e 13 de junho, registou-se uma quebra no número de casos positivos por Covid-19 (43.534) e morreram menos 41 pessoas quando comparado com a semana anterior, revela a DGS.

Lisboa, Portugal | Rafael Marchante/Reuters

Portugal registou mais 114.410 novos casos de Covid-19 na semana entre 7 e 13 de junho, o que significou uma descida de 43.534 casos em relação à semana anterior, segundo os dados revelados pela Direção Geral de Saúde (DGS) esta sexta-feira, 3 de junho.

De acordo com o boletim semanal a incidência caiu 28%, para 1.111 casos por 100 mil habitantes.

A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a que registou mais casos na semana em análise: 50.786. Segue-se o Norte com 30.295, o Centro com 15.773, o Algarve com 4.523 e o Alentejo com 4.341. Na Região Autónoma dos Açores contabilizaram-se 4.571 novas infeções, equanto na Região Autónoma da Madeira verificaram-se 4.121 casos.

Quando comparado com a semana anterior, apenas a Região Autónoma dos Ações não registou uma descida no número de casos, tendo apresentado uma subida de 153 novas infeções.

A Lisboa e Vale do Tejo verificou menos 18.368 casos, o Centro 15.773, o Norte registou menos 15.227 contágios, o Alentejo menos 2.379, e o Algarve menos 1.013 casos. Já a Madeira observou menos 364 novos casos.

Por outro lado, verificou-se uma quebra nos internamentos em enfermaria. Naquele período, registaram-se menos 95 doentes internados para um total de 1.896, enquanto que internados em unidades de cuidados intensivos (UCI) estão 98 pessoas, menos 10 quando comparado com a semana anterior.

Registou-se ainda uma quebra no número de mortes por Covid-19. Na semana passada morreram 256 pessoas, menos 41 em relação à semana anterior. A DGS informa no boletim que o risco de mortalidade desceu 14% para 25 por um milhão de habitantes.

O relatório semanal contempla também os dados da vacinação contra a Covid-19: 100% das pessoas com mais de 50 anos já têm a vacinação completa e nas restantes faixas etárias a percentagem é superior a 96%, excetuando nas crianças com idades entre os 5 e os 11 anos, cujo percentagem sobe para 40%.

Quanto à dose de reforço, já foi administrada em 96% das pessoas com 80 ou mais, em 98% das pessoas entre os 65 e 79 anos, em 86% das pessoas entre os 50 e 64 anos, em 62% das pessoas entre os 25 e os 49 anos e em 48% em pessoas com idades entre os 18 e os 24 anos.

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