Portugal registou 6.478 novos casos de Covid-19 e 51 mortes na última semana

Entre 8 e 14 de novembro, registou-se uma subida no número de casos positivos por Covid-19 (1.202) e morreram mais seis pessoas quando comparado com a semana anterior, revelou a DGS.

Portugal registou 6.478 novos casos de Covid-19 na semana entre 8 e 14 de novembro, o que significou um aumento  de 1.202 casos em relação à semana anterior, segundo os dados revelados pela Direção Geral de Saúde (DGS) esta sexta-feira, 18 de novembro.

De acordo com o boletim semanal a incidência subiu 24%, para 63 casos por 100 mil habitantes.

A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a que registou mais casos na semana em análise: 2.412. Segue-se o Norte com 1.610, o Centro com 114, o Alentejo com 254 e o Algarve com 228. Na Região Autónoma dos Açores contabilizaram-se 300 novas infeções, enquanto na Região Autónoma da Madeira verificaram-se 787 casos.

Quando comparado com a semana anterior, todas as regiões registaram uma subida no número de casos. Lisboa e Vale do Tejo verificou mais 256 casos, o Norte mais 378, o Centro registou mais 114 contágios, o Alentejo mais 12, e o Algarve mais oito casos. Já a Região Autónoma da Madeira observou mais 105, enquanto a Região Autónoma dos Açores verificou uma subida de 329 casos.

Verificou-se também uma ligeira descida nos internamentos em enfermaria e aumento na UCI. No período em análise, registou-se menos um doente internado para um total de 570, enquanto que internados em unidades de cuidados intensivos (UCI) estão 42 pessoas, mais oito do que na semana anterior.

Registou-se ainda uma ligeira subida no número de mortes por Covid-19. Na semana passada morreram 51 pessoas, mais seis do que em relação à semana anterior. A DGS informa no boletim que o risco de mortalidade aumentou 13% para cinco por um milhão de habitantes.

O relatório semanal contempla também os dados da vacinação contra a Covid-19: 100% das pessoas com mais de 50 anos já têm a vacinação completa e nas restantes faixas etárias a percentagem é superior a 96%, excetuando nas crianças com idades entre os 5 e os 11 anos, cujo percentagem subiu para 45%.

Quanto à dose de reforço, já foi administrada em 97% das pessoas com 80 ou mais, em 99% das pessoas entre os 65 e 79 anos, em 88% das pessoas entre os 50 e 64 anos, em 68% das pessoas entre os 25 e os 49 anos e em 56% em pessoas com idades entre os 18 e os 24 anos.

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