Portugal registou mais 175.766 casos de Covid-19 e 220 mortes na última semana

Entre 24 e 30 de maio, registou-se uma quebra no número de casos positivos por Covid-19 (11.750) e morreram menos 12 pessoas quando comparado com a semana anterior, revela a DGS.

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Portugal registou mais 175.766 novos casos de Covid-19 na semana entre 24 e 30 de maio, o que significou uma descida de 11.750 casos em relação à semana anterior, segundo os dados revelados pela Direção Geral de Saúde (DGS) esta sexta-feira, 3 de junho.

De acordo com o boletim semanal a incidência caiu 6%, para 1.707 casos por 100 mil habitantes.

A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a que registou mais casos na semana em análise: 67.158. Segue-se o Norte com 59.685, o Centro com 25.911, o Alentejo com 7.236 e o Algarve com 5.972. Na Região Autónoma da Madeira contabilizaram-se 3.428 novas infeções, equanto na Região Autónoma dos Açores verificaram-se 6.376 casos.

Quando comparado com a semana anterior, as regiões do Norte, Centro, Alentejo e Algarve não registaram um aumento de casos.

O Norte registou menos 10.952 contágios, o Centro 2.900, o Algarve (479) e o Alentejo (1.436). Já Lisboa e Vale do Tejo verificou mais 1.226 casos, os Açores (1.247) e a Madeira mais 1.544 novos casos.

Por outro lado, verificou-se uma subida nos internamentos em enfermaria. Naquele período, registaram-se mais 250 doentes internados para um total de 2.092, enquanto que internados em unidades de cuidados intensivos (UCI) estão 107 pessoas, mais oito quando comparado com a semana anterior.

Registou-se ainda uma quebra no número de mortes por Covid-19. Na semana passada morreram 220 pessoas, menos 12 em relação à semana anterior. A DGS informa no boletim que o risco de mortalidade desceu 5% para 21 por um milhão de habitantes.

O relatório semanal contempla também os dados da vacinação contra a Covid-19: 100% das pessoas com mais de 50 anos já têm a vacinação completa e nas restantes faixas etárias a percentagem é superior a 96%, excetuando nas crianças com idades entre os 5 e os 11 anos, cujo percentagem sobe para 39%.

Quanto à dose de reforço, já foi administrada em 96% das pessoas com 80 ou mais, em 98% das pessoas entre os 65 e 79 anos, em 84% das pessoas entre os 50 e 64 anos, em 61% das pessoas entre os 25 e os 49 anos e em 47% em pessoas com idades entre os 18 e os 24 anos.

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