Premium“Portugal tem artistas muito bons”

Quem o diz é Mariana Brandão, diretora artística do Temps d’Images, que este ano celebra duas décadas de existência. Mais do que balanços, esta conversa faz-se de futuro, até porque uma das premissas do festival é lutar para que as perguntas não desapareçam.

Vinte anos de Temps d’Images. Vinte anos de diálogo entre artes performativas e audiovisuais. Pretexto para conversar com Mariana Brandão, diretora artística do festival nos últimos cinco anos. “A idade é um posto, sobretudo se servir para fazer melhor”, diz com um tom firme e os olhos sorridentes.

Em ano de aniversário redondo, “é bom que o Temps d’Images aponte para o que vem a seguir, em vez de revisitar o passado. Essa parte também foi trabalhada, há um arquivo. Quem quiser comprovar a vivacidade que o festival tem tido ao longo da sua existência – e só por isso é que continua a existir – poderá fazê-lo”.

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