PremiumPré-candidatos vincam diferenças na corrida contra Marcelo

Atual Presidente e recandidato é o “principal adversário” dos aspirantes a Belém. Acusam-no de falhar no combate aos interesses instalados, na proteção a direitos constitucionais e de ser “ministro da Propaganda do Governo”. Mas também há quem o elogie.

Miguel Figueiredo Lopes/Presidência da República handout via Lusa

Com a confirmação (sem surpresas) da recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa à Presidência da República, são agora nove os pré-candidatos na corrida a Belém. O ainda Presidente da República garante que é “exatamente o mesmo” de há cinco anos e diz que, por “dever de consciência”, não pode “sair a meio de uma caminhada exigente e penosa”. Já os restantes pré-candidatos esforçam-se em expor as diferenças face ao chefe de Estado. Saúde, Novo Banco, salários, recusa em apoiar a “narrativa do Governo” e oposição à “banalização” do cargo são algumas das diferenças apontadas.

Como não é Governo, o Presidente da República não tem de apresentar nenhum “programa eleitoral”, mas há diferentes visões entre os pré-candidatos quanto à forma como o mandato deve ser exercido. Há, aliás, quem acuse Marcelo Rebelo de Sousa de falhar ao juramento presidencial de “defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição”. É o caso da socialista Ana Gomes, da bloquista Marisa Matias e do comunista João Ferreira – que entregou esta quinta-feira no Tribunal Constitucional as assinaturas necessárias para formalizar a candidatura. Mas evocam razões distintas.

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