Presidente da Câmara do Funchal elenca sete pecados capitais do país e diz que é preciso agir para corrigir assimetrias

Entre os sete pecados capitais identificados pelo autarca estão a baixa taxa de crescimento económico, a pouca produtividade, a burocracia em excesso, e a elevada dívida pública.

A baixa taxa de crescimento económico, a pouca produtividade, a ausência de reformas públicas estruturais, o excessivo envelhecimento da população (sem haver políticas adequadas ao incremento da natalidade), burocracia em demasia, falta de acordos governativos estruturais que vão além dos partidos e além dos ciclos políticos eleitorais, elevada dívida pública, foram os sete pecados capitais do país identificados por Pedro Calado.

O autarca considerou que é preciso erradicar estes sete pecados capitais de modo a que Portugal deixe de ser um país com “graves assimetrias”, durante a tomada de posse da direção da SEDES Madeira.

O presidente da Câmara do Funchal disse que é necessário “agir, fazer mais, fazer diferente, fazer melhor”.

Pedro Calado identificou um conjunto de problemas de Portugal onde incluiu o facto do país ter “muitos estudos, muitas reflexões e muitos pensamentos sem a consequente e necessária ação”.

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