PremiumPrimeiro confronto europeu de Olaf Scholz com Emmanuel Macron

Ao cabo de muitos anos, o Conselho Europeu que termina esta sexta-feira não tem a presença de Angela Merkel. Para lá da agenda oficial e da oficiosa, os estados-membros querem avaliar para que lado irá o novo chanceler alemão: mais para norte ou mais para sul?

O Conselho Europeu que termina esta sexta-feira tem duas aliciantes ‘extraprograma’ que acabaram por marcar mais um encontro entre os 27 países da União Europeia: a estreia de Olaf Sholtz no papel de chanceler germânico em substituição de Angela Merkel e as relações entre os dois ‘pesos pesados’ do espaço comum, Alemanha e França.

Como ex-ministro das Finanças alemão, Sholtz não é propriamente um outsider no meio de uma cimeira europeia, mas a responsabilidade de substituir a mais influente estadista europeia desde Margaret Thatcher (ou talvez desde Helmut Kohl) não é tarefa fácil e, segundo os analistas alemães, a única forma de manter o ascendente germânico sobre o bloco é não abrir mão da sobriedade que marcou os 16 anos anteriores.

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