PremiumPrimeiro-ministro vai poder depor por escrito no processo de Tancos

Conselheiros de Estado aprovaram por unanimidade que António Costa não responda em tribunal às perguntas da defesa de Azeredo Lopes, que é um dos 23 arguidos no processo que investiga o furto e a recuperação de material militar.

O Conselho de Estado autorizou o primeiro-ministro, António Costa, a depor por escrito na qualidade de testemunha no processo de Tancos, no qual está a ser investigado o furto e as circunstâncias em que foi recuperado armamento desaparecido dos paióis nacionais. Evitará, desse modo, ter de comparecer no Tribunal Central de Instrução Criminal, cujo pedido para ouvir Costa chegou ao órgão consultivo da Presidência da República no dia 16 de dezembro.

Segundo uma nota de imprensa divulgada nesta quinta-feira no portal oficial da Presidência da República, “a totalidade das respostas recebidas dos conselheiros de Estado traduz uma autorização unânime no sentido indicado”.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Premium“O desenho pode ser um ponto de partida para começar uma coleção”

“Os portugueses conhecem os seus artistas, respeitam-nos e valorizam-nos”. Palavra de curadora, que é também diretora da única feira dedicada ao desenho em Portugal. Mónica Álvarez Careaga fala ao JE na identidade muito própria da Drawing Room Lisboa e da sua crescente “portugalidade”, que considera ser o reconhecimento de “várias gerações de excelentes artistas” portugueses.

PremiumSom harmonioso

Desenvolvido em segredo, o Co-Axial Master Chronometer Calibre 1932 é o primeiro movimento de relojoaria do mundo a fundir as funções de cronógrafo e de repetidor de minutos, necessitando do seu próprio “cérebro” mecânico para fazer soar o tempo decorrido.

PremiumSobre a necessidade de reinvenção de um continente no século XXI

Uma reportagem recente de um consórcio nacional de jornalistas trouxe para a luz do dia a existência de um número verdadeiramente assustador de elementos das forças de segurança portuguesas que não honram a farda, semeando o ódio, incentivando à violência e demonstrando um feroz racismo, quer contra cidadãos de etnia cigana, quer contra negros.
Comentários