Procura nos transportes coletivos urbanos registou um aumento de 60% em 2022

Embora a procura pelos transportes coletivos urbanos, o dados ainda ficaram aquém se comparados com 2019 “quando a operação das empresas ainda não tinha sido afetada pela pandemia de Covid-19”, diz o ministério do Ambiente e Ação Climática.

O ministério do Ambiente e Ação Climática revelou, esta segunda-feira, que no ano passado a procura por transportes coletivos urbanos cresceu 60% face ao ano passado.

Tendo em conta dados preliminares, o Governo aponta que em comparação “a 2021, a procura no Metropolitano de Lisboa, no Metro do Porto e na Transtejo/Soflusa, aumentou 60%”.

Embora a procura pelos transportes coletivos urbanos, o dados ainda ficaram aquém se comparados com 2019 “quando a operação das empresas ainda não tinha sido afetada pela pandemia de Covid-19”. Como tal, o número de passageiros verificado até dezembro de 2022 representa 79% da procura registada em 2019.

No comunicado é ainda recordado que “na Lei do Orçamento de Estado de 2023 ficaram inscritos 138,6 milhões de euros para o Programa de Apoio à Redução Tarifária nos Transportes Públicos (PART)”.

“A estas verbas acrescem mais 50 milhões de euros, para assegurar a manutenção dos preços vigentes em 2022 dos passes de transportes públicos, e mais 60 milhões de euros, no caso de ser necessário assegurar os níveis de oferta nos sistemas de transportes públicos abrangidos pelo PART, ainda afetados pelos efeitos da perda de procura decorrente da pandemia”, destaca o ministério.

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