Produção industrial aumentou 4,9% na zona euro e 5,7% na UE em setembro

Em comparação com o mês anterior, registou-se um crescimento de 0,9%, tanto na zona euro, como na União Europeia (UE), em setembro, de acordo com os dados do Eurostat.

O índice ajustado de produção industrial subiu 4,9% na zona euro e 5,7% na União Europeia, em setembro, face ao mesmo mês de 2021. Os dados são estimativas do Eurostat, o escritório de estatísticas europeu. Em comparação com o mês de agosto, registou-se um crescimento de 0,9%, tanto na zona euro, como na União Europeia (UE), em setembro (2,0% e 1,5%, respetivamente, em agosto).

Na zona euro, em comparação com o mês de setembro do último ano, observaram-se aumentos da produção de bens capitais em 13,5%, dos bens não duradouros em 5,7% e a dos bens duradouros em 3,6%. Por outro lado, nos bens intermédios caiu 2,1% e na energia 3,0%.

Na UE, a produção de bens capitais cresceu 14,3%, de bens não duradouros aumentou 8,4% e a dos bens duradouros subiu 1,8%. Em sentido contrário ficaram a produção de bens intermédios e energia, de 1,4% e 2,8%, respetivamente, em comparação com o mês homólogo.

Em Portugal, registou-se um aumento de 0,3% no índice de produção industrial. Entre os Estados-membros que disponibilizaram valores, as maiores subidas tiveram lugar na Irlanda (31,0%), Dinamarca (19,0%) e Malta (14,2%). As reduções mais acentuadas ocorreram na Estónia (-7,5%), Letónia (-3,7%) e Eslováquia (-1,9%).

No mês em análise, comparativamente com agosto, a produção de bens não duradouros cresceu 3,6% e a de bens capitais aumentou 1,5%, ao passo que a produção de bens intermédios e a de bens duradouros caíram ambas 0,9%, com a energia a registar uma redução de 1,1%.

Na UE, a produção de bens não duradouros subiu 3,1% e a dos bens capitais aumentou 1,7%, ao passo que a produção de bens intermédios, assim como a dos bens duradouros reduziu 0,6% e a energia teve um decréscimo de 2,0%, face a agosto de 2022.

Em Portugal registou-se uma variação de -2,5% na produção industrial. Entre os Estados-membros para os quais existem dados disponíveis, as maiores subidas ocorreram na Irlanda (11,9%), Bélgica (7,1%), Hungria e Países Baixos (ambas 1,6%). As maiores reduções foram registadas na Lituânia (-8,2%), Grécia (-4,5%) e Estónia (-3,6%).

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