Proprime. Oportunidades não param em Angola

Francisco Barros, diretor executivo da Proprime, explica a importância do mercado angolano, no qual pretendem, ente outras metas, contribuir para a profissionalização. O mercado angolano marcou o início da expansão internacional da Prime Yield (em 2007) e, em conjunto com os outros quatro países onde estão presentes, é considerado pela empresa como “um eixo central […]


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Francisco Barros, diretor executivo da Proprime, explica a importância do mercado angolano, no qual pretendem, ente outras metas, contribuir para a profissionalização.

O mercado angolano marcou o início da expansão internacional da Prime Yield (em 2007) e, em conjunto com os outros quatro países onde estão presentes, é considerado pela empresa como “um eixo central na estratégia de sermos uma empresa de e para a lusofonia, que se rege pelos mais rigorosos standards internacionais”, afirma Francisco Barros.

Neste mercado, tal como em todos onde estão presentes (Portugal, Brasil, Moçambique e Cabo Verde), o objetivo da empresa é ser uma referência para a prestação de serviços imobiliários de avaliações e consultadoria, bem como contribuir de forma ativa para a profissionalização do mercado e da própria indústria imobiliária local.

Questionado sobre a atual situação económica de Angola e se, de alguma forma, a atividade da empresa tem sido afetada, Francisco Barros, relembra que a diminuição do preço do petróleo nos mercados internacionais tem afetado negativamente o comportamento da economia angolana, que está ainda fortemente concentrada neste setor, apesar dos esforços que têm vindo a ser feitos para diversificar. “Esforço, aliás, que é preciso continuar a fazer”, reforça.

Assim, frisa que, “obviamente”, este abrandamento da atividade económica teve impacto no setor imobiliário, com uma redução na procura de imóveis quer habitacionais quer de escritórios e consequentes reflexo nos valores praticados no mercado. “Contudo, também trouxe oportunidades, com os pequenos investidores a olharem para o imobiliário como uma alternativa de aplicação de capital face à presente instabilidade cambial. Evidentemente dependendo também da reação ao choque do petróleo e da evolução da economia, não creio que esta fase do mercado imobiliário se vá prolongar por muito tempo”, esclarece.

Da parte da Proprime, explica, este ano tem vindo a ajustar-se às necessidades do mercado, mas mantendo sempre o caminho da qualidade dos serviços prestados à sua carteira de clientes e a investidores, os quais tendem a diversificar os seus investimentos e apoiar-se em instituições profissionais e reconhecidas pelo mercado.

Diante deste cenário, Francisco Barros não tem dúvidas de que, para o setor imobiliário, Angola continua a ser um bom destino de investimento. “Mesmo com este abrandamento, é um mercado onde em termos de investimento na construção/promoção ainda continua a haver muitas necessidades por preencher, embora o ritmo e tipo de procura não seja o mesmo que anteriormente, quando o mercado sofreu um verdadeiro boom”.

Por outro lado, considera que o próprio investimento de rendimento vai ganhar outro ritmo com os Organismos de Investimento Coletivo – que enquadram, entre outros instrumentos, fundos de investimento imobiliário. “São veículos que facilitam e tornam mais transparente o investimento institucional. No caso do mercado imobiliário, estão a entrar definitivamente nos objetivos de investidores e banca e a Proprime está bastante envolvida, estando ativamente a prestar apoio a muitas destas entidades nos trabalhos preparativos de constituições destes novos instrumentos”, conclui ainda Francisco Barros.

Por Sónia Bexiga/OJE

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