Prospeção de petróleo. Investimento em Portugal soma 235 milhões em 6 anos

A avaliar pelos números, a atividade de prospeção e exploração de petróleo continua a avançar a bom ritmo em Portugal. No total, as petrolíferas, entre as quais Partex (Fundação Calouste Gulbenkian), Galp, a espanhola Repsol e a Italiana ENI, investiram 264 milhões de dólares, o equivalente a 235 milhões de euros, na prospeção e exploração […]


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A avaliar pelos números, a atividade de prospeção e exploração de petróleo continua a avançar a bom ritmo em Portugal. No total, as petrolíferas, entre as quais Partex (Fundação Calouste Gulbenkian), Galp, a espanhola Repsol e a Italiana ENI, investiram 264 milhões de dólares, o equivalente a 235 milhões de euros, na prospeção e exploração de petróleo, entre 2007 e 2013. Os anos de 2014 e 2015 estão fora desta contabilidade.

O número foi, ontem, avançado por José Miguel Martins, da Entidade Nacional do Mercado de Combustíveis (ENMC), durante a conferência “Exploração de Petróleo em Portugal”, que esgotou o pequeno auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, ilustrativo da importância que o assunto começa a granjear no país.

Ao que revelou José Miguel Martins, os 235 milhões de euros foram investidos nas quatro bacias: Lusitânia, Peniche, Alentejo e Algarve.

A maioria fatia do investimento – 102 milhões de dólares (91 milhões de dólares) – foi destinado à bacia Lusitânia. Seguiram-se, com 77 milhões de dólares, a bacia do Alentejo (63 milhões de dólares) e, por fim, a bacia do Algarve, com 22 milhões de dólares.

Na sequência, Franco Conticini, responsável da petrolífera ENI, revelou que o consórcio com a Galp vai avançar já no próximo ano com a prospeção de petróleo na costa alentejana. Vamos perfurar um poço chamado Santola, em águas profundas”, a cerca de 80 quilómetros de Sines”.

A operação está pensada inicialmente para ter a duração de 45 dias, envolverá cerca de 150 pessoas e uma área de exclusividade de 500 metros em torno do navio perfurador. Em caso de descoberta, naturalmente, o tempo aumentará.

A ENI, que detém ainda 8% do capital da Galp Energia, lidera desde dezembro um consórcio com a petrolífera portuguesa, na proporção de 70%/30%, que detém três concessões na costa alentejana: além da referida Santola, também Lavagante e Gamba, numa área total de cerca de 9.100 Km2.

“O que estamos a fazer do nosso lado é explorar para ver se existem recursos no fundo do mar”, salientou Franco Conticini.

Além das três áreas a ser pesquisadas pelo consórcio Eni/Galp, na bacia do Alentejo há mais duas em negociação, revelou José Miguel Martin.

Também na bacia do Algarve, a atividade tem vindo a acelerar nos últimos meses, havendo atualmente quatro áreas de exploração que estão a ser desenvolvidas pela Repsol/Partex e duas áreas onshore atribuídas na semana passada à Portfluel do empresário e Sousa Cintra.

A Norte, na bacia de Peniche há quatro áreas exploradas pelo consórcio Repsol, Kosmos, Galp e Partex.

 

Almerinda Romeira/OJE

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