PS acusa PSD de “cortejar” um partido de extrema-direita

“O PSD fez um apelo à votação num vice-presidente à Assembleia da República num partido de extrema-direita. Não podemos deixar passar em branco”, realçou João Torres, referindo-se ao apelo que o partido laranja fez em relação ao “vice” do Parlamento do Chega.

O secretário-geral adjunto do PS, João Torres, acusou hoje o PSD de andar a “cortejar um partido de extrema-direita” ao apelar ao voto no vice-presidente da Assembleia da República proposto pelo Chega.

“O PSD fez um apelo à votação num vice-presidente à Assembleia da República num partido de extrema-direita. (…) Não podemos deixar passar em branco, porque aquilo a que assistimos esta semana na Assembleia da República foi a um cortejo do PSD a um partido de extrema-direita”, acusou João Torres.

O secretário-geral adjunto do PS falava em Mangualde, no final da cerimónia de apresentação da Academia Jorge Coelho, lembrando que este apelo ao voto “teve como consequência declarações totalmente contraditórias do líder desse partido e do líder social-democrata, o doutor Luís Montenegro”.

“Era muito útil para todos nós portugueses perceber que tipo de estratégia ou de aliança está o PSD a tentar gizar, a tentar desenhar com um partido de extrema-direita”, desafiou João Torres.

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