PS ‘chumba’ audições de Mariana Vieira da Silva e Pedro Nuno Santos

Os deputados do PS ‘chumbaram’ os requerimentos para audição, na Assembleia da República, da ministra da Presidência, sobre a eficácia das medidas de combate à pandemia, e do ministro das Infraestruturas, sobre a multa aplicada pelos EUA à TAP.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva intervém na Comissão de Orçamento e Finanças que inicia a apreciação da especialidade do Orçamento do Estado para 2023. Audição conjunta com a Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação e a Comissão de Administração Pública, Ordenamento do Território e Poder Local, Assembleia da República, Lisboa, 4 de novembro de 2022. MIGUEL A. LOPES/LUSA

Em causa está o requerimento apresentado pelo grupo parlamentar do PSD para audição da ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, sobre a eficácia das medidas de combate à pandemia, na sequência das falhas apontadas pelo Tribunal de Contas, votado e ‘chumbado’ hoje na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação.

Foi também ‘chumbado’ o pedido do Chega para “audição urgente do ministro das Infraestruturas e Habitação, da CEO [presidente executiva] da TAP, Christine Ourmières-Widener, e do presidente do Conselho de Administração da ANA Aeroportos, José Luis Arnaut”, sobre a multa de cerca de 550.000 euros aplicada à TAP pelo Departamento de Transportes dos EUA (DoT), por atraso nos reembolsos a clientes no valor de 122 milhões de euros.

Foi igualmente ‘chumbado’ outro requerimento do Chega, para “audição urgente da presidente da Comissão Executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, e do presidente da Companhia Aérea White, José Miguel Costa”, na sequência do fim do contrato de prestação de serviços.

Adicionalmente, aquela comissão aprovou por unanimidade o requerimento do grupo parlamentar do PSD, para audição do ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, sobre a reprivatização da Efacec.

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O requerimento para a audiência foi feito pelo PSD e hoje teve a aprovação dos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças (COF).
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