PS defende que vacinação e ‘bazuca europeia’ são “sinais que suscitam a nossa confiança no futuro”

José Luís Carneiro disse que António Costa transmitiu na sua mensagem de Natal a gratidão dos portugueses “pelas mulheres e pelos homens que nos períodos mais críticos desta pandemia entregaram as suas vidas para que todos tivéssemos acesso aos bens públicos essenciais”. E realçou que os fundos comunitários servirão para o desenvolvimento e aumento da coesão em Portugal.

Flickr/PS

O seretário-geral-adjunto do PS, José Luís Carneiro, disse que “há sinais que suscitam a nossa confiança no futuro” ao reagir à mensagem de Natal do primeiro-ministro (e secretário-geral do PS) António Costa, destacando a chegada das vacinas contra a Covid-19 “mais cedo do que estava previsto” e o pacote de fundos comunitários designado por ‘bazuca europeia’, além de um apelo ao contributo de todos para “recuperar a normalidade” o mais depressa possível.

Particularmente notada por José Luís Carneiro foi o que se disse ser a “afirmação da solidariedade” da União Europeia, “disponibilizando os recursos financeiros essenciais para fazer o que já se tem vindo a fazer com muita dificuldade e muito esforço do Governo, na salvaguarda dos rendimentos, proteção dos empregos e apoios aos micro, pequenos e médios empresários”. Mas também para permitir um futuro melhor, acrescentando que, graças à ‘bazuca europeia’, “há recursos para desbloquear factores que permitirão o desenvolvimento social e e económico, bem como a coesão, social e territorial”.

Referindo-se mais concretamente às palavras de António Costa, José Luís Carneiro disse que a “mensagem de responsabilidade e de confiança” deixada pelo primeiro-ministro reflete a gratidão que todos “têm pelas mulheres e pelos homens que nos períodos mais críticos desta pandemia entregaram as suas vidas para que todos tivéssemos acesso aos bens públicos essenciais”.

Numa posição política mais abrangente do que a que tem motivado críticas das forças políticas mais à direita na Assembleia da República, o secretário-geral-adjunto do PS afirmou ainda, numa mensagem gravada e divulgada nas redes sociais, que no decurso da pandemia “os mais frágeis tiveram o olhar atento das instituições públicas, privadas e sociais”.

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