PS-Madeira destaca medidas de combate à pobreza e de proteção social implementadas pelo Governo da República

No que diz respeito ao combate à pobreza, a parlamentar madeirense destacou o “impacto positivo” do trabalho feito nesta matéria, exemplificando com o reforço das pensões e a criação da medida ‘Garantia para a Infância’. A deputada considera que estas medidas são “essenciais” para a Madeira, especialmente considerando a sua condição periférica e o facto de a região ter a taxa de risco de pobreza ou exclusão social mais alta do país.

A deputada do PS-Madeira à Assembleia da República, Marta Freitas, destacou o trabalho feito pelo executivo PS para combater a pobreza e garantir proteção social, medidas essas que ” também tiveram impacto positivo para quem vive nas regiões autónomas”, considerou.

Durante uma audição à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, no âmbito da apreciação e discussão na generalidade da proposta de Orçamento de Estado para 2022, a deputada socialista elogiou as medidas levadas a cabo pelo Governo PS no sentido de mitigar o impacto da pandemia de Covid-19 e, mais recentemente, da guerra na Ucrânia.

“O Governo criou respostas para proteção das pessoas mais vulneráveis, protegendo os seus rendimentos e mitigando os efeitos destas crises no seu poder de compra, medidas estas que também tiveram impacto positivo para quem vive nas Regiões Autónomas, as quais, pela sua condição ultraperiférica, sentem dificuldades acrescidas”, considera a deputada socialista Marta Freitas.

No que diz respeito ao combate à pobreza, a parlamentar madeirense destacou o “impacto positivo” do trabalho feito nesta matéria, exemplificando com o reforço das pensões e a criação da medida ‘Garantia para a Infância’. A deputada considera que estas medidas são “essenciais” para a Madeira, especialmente considerando a sua condição periférica e o facto de a região ter a taxa de risco de pobreza ou exclusão social mais alta do país.

Quanto a apoio fornecido a pessoas com deficiência, a parlamentar evidenciou as medidas criadas pelo executivo socialista no sentido de dar resposta às necessidades destas pessoas, destacando medidas de reforço dos apoios sociais, o reforço do Modelo de Apoio à Vida Independente (MAVI), a aposta nas acessibilidades de modo a promover a autonomia e autodeterminação destes cidadãos para desse modo incentivar também a sua inclusão no mercado de trabalho ou noutras atividades da sua vida.

Marta Freitas mencionou também o contingente especial para o acesso ao ensino superior, medida que considera ter criado mais oportunidades futuras para a inclusão no mercado de trabalho, salientando o facto de, desde 2017, ter-se assistido a um aumento de 57% de estudantes com deficiência a frequentarem o ensino superior.

A deputada eleita pelo círculo eleitoral da Madeira recordou ainda os dados do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos, que revelam o impacto da crise na empregabilidade dos mais jovens e das mulheres com deficiência, questionando a ministra do Trabalho Ana Mendes Godinho sobre que medidas estão a ser pensadas pelo Governo para combate ao desemprego, o qual é mais acentuado neste grupo pessoas com deficiência ou incapacidade.

Recomendadas

Parlamentos da Madeira e dos Açores defendem alargamento dos apoios nacionais às empresas das ilhas

Esta medida “visa estender às regiões autónomas um apoio nacional às empresas, consagrado no diploma que fixa o salário mínimo nacional. Um apoio que neste momento está consagrado apenas para o território continental”, salientou o deputado do PSD Brício Araújo, presidente da comissão Especializada de Administração Pública, Trabalho e Emprego da Assembleia Legislativa da Madeira.

OE2022: PSD lamenta ausência de financiamento adicional da Universidade da Madeira

O deputado do PSD Válter Correia criticou a falta de soluções no Orçamento do Estado de 2022 (OE2022) para a questão do financiamento adicional dos estabelecimentos públicos de ensino superior das regiões autónomas, em particular da Universidade da Madeira. “Tratar com equidade os estabelecimentos de ensino superior insulares é uma responsabilidade constitucional do Estado, cuja […]

Açores: empresários de São Jorge querem “apoios imediatos” à liquidez

Os empresários referem que o tecido empresarial da ilha “estava fragilizado pela situação pandémica”, acrescentando que a situação sísmica “veio agravar as dificuldades de recuperação económica”.
Comentários