PS quer apostar na sustentabilidade económica e energética das escolas da Madeira

Tal recomendação advém do facto de haver  na região autónoma edifícios escolares “construídos noutras épocas em que não se tinham tantas preocupações ambientais e de conforto térmico”, e portanto, são edifícios que não cumprem com os mais recentes desígnios legislativos impostos para assegurar a transição energética.

O PS-Madeira quer investir na sustentabilidade económica e energética e no conforto dos edifícios escolares da Região Autónoma da Madeira (RAM), nomeadamente através do recurso às verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A deputada do PS na Assembleia da Madeira Sofia Canha, propôs que o Governo Regional providencie os meios para identificar os problemas que os edifícios escolares públicos apresentam no que diz respeito ao consumo energético, para assim poder identificar oportunidades de melhoria no desempenho energético e elaborar uma estratégia de melhoria de consumo energético com vista à redução do consumo de energia elétrica.

O PS destaca ainda a importância em garantir o conforto térmico dos edifícios, em conformidade com a “Utilização Racional de Energia” (URE), de modo a assegurar a sustentabilidade económica e eficiência energética destes espaços.

Tal recomendação advém do facto de haver na região autónoma edifícios escolares “construídos noutras épocas em que não se tinham tantas preocupações ambientais e de conforto térmico”, e portanto, são edifícios que não cumprem com os mais recentes desígnios legislativos impostos para assegurar a transição energética.

Em relação às infraestruturas mais recentes, os socialistas consideram que muitas não foram planeadas a pensar nas condições climatéricas e continuam a ser, portanto, “desadequadas”, visto existirem na Madeira várias zonas de condições climatéricas adversas, que podem por em causa o conforto e o desempenho dos alunos.

Deste modo, os socialistas procuram salvaguardar o cumprimento das medidas europeias no contexto regional, medidas essas com vista à sustentabilidade e descarbonização das economias dos estados-membros, de modo a garantir a eficiência energética e a aposta nas energias renováveis.

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