PremiumQuatro anos depois, a Suécia deixou de poder manter a extrema-direita sob cerco sanitário

Desde as eleições de 2018 que se percebia que a presença dos radicais num governo era apenas uma questão de tempo. Uma jurisprudência que terá consequências em toda a Europa.

Ao contrário do que sucedeu nas eleições de 9 de setembro de 2018, a direita tradicional sueca, concentrada no Partido Moderado, desistiu de fazer parte do cerco sanitário em torno dos extremistas de direita dos Democratas da Suécia.

Faz sentido: os suecos aumentaram a sua disposição para votar no partido, o que o voltou a colocar na rota dos partidos tradicionais sem que estes, desta vez, possam ‘fazer de conta’ que os radicais não existem.

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