Ramo Não Vida contribui para crescimento das receitas da Allianz

De acordo com comunicado de imprensa, a Allianz está “a caminho do objetivo financeiro fixado para 2015”.


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As receitas totais do Grupo Allianz subiram para 95,5 (92,2) mil milhões de euros, nos primeiro três trimestres de 2015, um crescimento de 3,5% face ao período homólogo de 2014. Durante este período, o resultado operacional manteve-se estável em 8,15 mil milhões de euros e os resultados líquidos atribuíveis aos acionistas subiram 5,20 (5,00) mil milhões de euros, o que representa um crescimento de 3,9%.

De acordo com comunicado de imprensa, a Allianz está “a caminho do objetivo financeiro fixado para 2015”.

 “Num contexto de mercado financeiro volátil, no terceiro trimestre de 2015 os fundamentos económicos da Allianz permaneceram num nível sólido em todos os segmentos de negócio. Esperamos que os lucros operacionais relativos ao ano inteiro atinjam os objetivos previstos, fixados entre 10,0 e 10,8 mil milhões de euros”, afirma Dieter Wemmer, CFO da Allianz SE.

De julho a setembro, período correspondente ao terceiro trimestre de 2015, o Grupo Allianz manteve um nível elevado de receitas e atingiu um lucro operacional sólido, apesar de ambos os valores terem decrescido ligeiramente, quando comparados com o período homólogo do ano anterior. As receitas trimestrais totais relativas a 2015 foram de 27,5 mil milhões de euros, o que representa uma descida de 4,3% face a 2014 (28,8 mil milhões de euros), e o resultado operacional foi de 2,45 (2,65) mil milhões de euros, menos 7,5% do que no mesmo período do ano anterior.

 Ainda no que diz respeito ao terceiro trimestre, o segmento de Seguros Não Vida registou um aumento de receitas, ao passo que o resultado operacional foi afetado por menos investimento e resultados técnicos. Já no segmento de Seguros de Vida e Saúde, as vendas foram direcionadas para unidades de participação e outros produtos de capital eficiente, enquanto os prémios legais para produtos tradicionais desceram. Por fim, e no que respeita ao segmento de Gestão de Ativos, continuaram a sentir-se os efeitos de saídas de capital do período anterior.

Até ao dia 30 de setembro, a capitalização de Solvência II foi de 200%, o que representa um aumento de nove pontos percentuais face ao último trimestre de 2014 (à data de 31 de dezembro). O capital próprio aumentou para 61.3 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 0,9% comparativamente com os últimos três meses de 2014.

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 Segmentos de seguros Não Vida com lucro operacional saudável

No terceiro trimestre de 2015, os prémios brutos de seguros Não Vida aumentaram para 11,52 mil milhões de euros, um aumento de 2,4% face ao período homólogo de 2014. Ajustado para câmbio de moeda estrangeira e efeitos de consolidação, o crescimento interno foi de 0,4%. A Turquia foi o país onde se registou o crescimento mais acentuado de prémios, com 7,6% de crescimento interno. No negócio global da Allianz Worldwide Partners, a Allianz Global Assistance foi a principal impulsionadora do crescimento interno (12,1%), enquanto que em Espanha os prémios aumentaram em 7,3%. A Austrália consolidou o seu forte crescimento em 4,2%, numa base interna, em particular nas áreas de seguros automóveis e patrimoniais.

No terceiro trimestre de 2015, o resultado operacional no segmento Não Vida desceu para 1,35  (1,42)  mil milhões de euros – menos 5% face ao período homólogo do ano anterior –, descida sobretudo motivada por um menor investimento e impactada por um resultado técnico mais fraco.

Face a 2014, as catástrofes naturais representaram um impacto de mais 137 milhões de euros, perfazendo um total de 144 milhões de euros. O rácio combinado deteriorou-se em 0,6 pontos percentuais, para 94,1%  (93,5).

“Apesar do aumento de sinistros relacionados com fenómenos climatéricos e das inúmeras grandes reclamações comparativamente com 2014, a área de seguros Não Vida continuou a registar uma forte margem técnica”, salienta Dieter Wemmer. “O desenvolvimento geral do segmento está bem encaminhado”, conclui.

De uma maneira geral, os prémios dos Seguros de Vida e Saúde foram orientados por unidades de participação e outros produtos de capitais, o que foi particularmente notório em mercados nucleares, incluindo Alemanha, França e Itália. Como resultado desta alteração, a margem de new business aumentou para 3%, o que representa uma subida de 0,3 pontos percentuais.

Para além disso, os prémios no segmento de Vida e Saúde caíram 9,7% comparativamente com vendas elevadas no período homólogo do ano anterior, totalizando 14.31  (15.85)  mil milhões de euros. O resultado operacional desceu para 738  (790) mil milhões de euros (6,6%), em parte dificultado por uma amortização de custos de aquisição diferidos na Coreia do Sul.

O valor do novos negócios decresceu ligeiramente (1,6%)  para 325  (330) mil  milhões de euros. Em comparação com o segundo trimestre, este valor aumentou em 55%, resultado da eliminação de produtos de utilização intensiva de capital.

“A nossa gama de produtos no Segmento de Vida e Saúde continua a mover-se na direção certa”, refere Dieter Wemmer. “O aumento da margem de novos negócios é a prova viva de que a execução da nossa estratégia está a dar frutos”, acrescenta.

OJE

 

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