Reabilitação urbana obrigou a mudança de paradigma na Madeira

A reabilitação urbana tem sido nalgumas situações uma tábua de salvação para a construção civil na Madeira. O IFFRU tem sido um instrumento de relevo mas no entanto é preciso existir senilização para a promoção e investimento.

A reabilitação urbana tem obrigado os municípios a mudar o paradigma, sendo mesmo uma ferramenta que têm dado fôlego à construção civil madeirense.

Nalgumas situações a reabilitação urbana é ou continua a ser uma tábua de salvação da construção, disse Miguel Branco, presidente da Ordem dos Engenheiros da Madeira, durante o debate sobre reabilitação urbana inserido na iniciativa Box Santander, que se realizou na Praça do Município.

No debate esteve presente Cristina Pereira, arquiteta da Câmara Municipal do Funchal, que destacou a “mudança de paradigma” que tem existido na autarquia através da introdução da reabilitação urbana e da delimitação de áreas de reabilitação urbana.

Isto levou a que fosse introduzidas medidas estratégicas, dentro da reabilitação urbana, e a implementar medidas de modo a atingir objetivos tais como a salvaguarda da memória e a revitalização do comércio, acrescentou a arquiteta.

Nesse particular o IFFRU é um instrumento de relevo, mas que no entanto é preciso sensibilizar para a promoção e investimento na reabilitação urbana, disse Cristina Pereira, que sublinhou também a necessidade de se criar ferramentas que permitam que o turista dê a sua contribuição para as infraestruturas. “O turismo tem a beneficiar com a revitalização e reabilitação do espaço”, reforçou.

Entre os benefícios da reabilitação urbana, salientou Cristina Pereira, tem estado o combate às vulnerabilidades do território. A arquiteta disse ainda que o município possui um software de gestão urbanística em que é possível ter controlo absoluto do que se passa durante o processo.

No debate esteve ainda José António Garcês, presidente da Câmara Municipal de São Vicente, que salientou os incentivos dados pela autarquia, no que diz respeito à reabilitação urbana, onde se salienta a isenção por determinado tempo do IMI e do IMT.

Miguel Branco alertou que reabilitar não é reconstruir, acrescentando que a reabilitação passa por dar um novo uso a algo. O presidente da Ordem dos Engenheiros da Madeira disse ainda que a reabilitação urbana urbana representa vários desafios, e que compete à Ordem dar formação nestas áreas.

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