“Vamos jantar a um italiano? Não, vamos a um português!”

O desejo antigo da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal de criar uma Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo foi finalmente concretizado. Contando para tal com o apoio da secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, bem como com o IPDAL – Instituto para a Promoção e Desenvolvimento da América […]


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O desejo antigo da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal de criar uma Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo foi finalmente concretizado.

Contando para tal com o apoio da secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, bem como com o IPDAL – Instituto para a Promoção e Desenvolvimento da América Latina, a associação acaba de lançar uma Rede, de abrangência mundial, que visa estimular a exportação de produtos de origem nacional mas que vai também “premiar os profissionais que, lá fora, mantém viva a gastronomia portuguesa” e que são “verdadeiros representantes de Portugal”, afirmava, no lançamento da Rede, o vice-presidente da AHRESP, Paulo Mendonça.

A associação sublinha ainda que neste projeto constarão restaurantes acreditados, que se tornarão espaços de afirmação da cultura portuguesa através da gastronomia e dos produtos de origem nacional.

E é este fio condutor da promoção e da valorização da gastronomia portuguesa que fez Luís Campos Ferreira, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação apoiar, desde o primeiro instante, a iniciativa. Acreditando que se reveste de “um sentido patriótico”, o secretário de Estado mostrou-se certo de que o projeto tem tudo para ser um sucesso. O governante não deixou de salientar a importância da gastronomia, enquanto vantagem competitiva e distintiva, e acrescentou que apesar do “défice de orgulho que os portugueses têm”, a Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo será um contributo de peso para a valorização do nosso país.

Numa primeira fase, a Rede arranca apenas em Macau e Brasília mas muito em breve dará outros passos e, tal como vaticinou Luís Campos Ferreira, virá o dia em que será possível ouvir, pelas ruas de uma qualquer capital mundial: “Vamos jantar a um italiano? Não, vamos a um português!”.

Sónia Bexiga/OJE

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