Relógios. Zeppelin entra em Portugal em 2016

A Sociedade de Relojoaria Independente (SRI), importador oficial da Pointtec, anunciou que passará a distribuir a marca alemã de relógios Zeppelin a partir de janeiro de 2016.


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A Zeppelin é produzida pela Pointtec, grupo que detém também a Junkers.

Zeppelin é um nome que continua a captar a nossa imaginação e, ainda hoje, é a palavra que usamos como sinónimo para “dirigível”, tal foi o seu impacto na história da aeronáutica, cuja influência se mantém ainda hoje, explica o importador em comunicado.

Tal como aconteceu com Hugo Junkers, cujos aviões serviram de inspiração para os relógios do mesmo nome, os feitos de engenharia pioneiros de Ferdinand Graf von Zeppelin (conhecido como “o Conde louco do Lago Constância”), que em 1900 criou o primeiro dirigível do mundo com uma estrutura rígida, servem igualmente de ponto de partida para os relógios da marca.

O aspeto mais saliente das coleções da Zeppelin é a utilização da estética Art Déco, tão em voga até aos 20 do século passado, numa interpretação moderna que conjuga sofisticados métodos de produção relojoeira alemã com os mais modernos movimentos de origem suíça e japonesa, descreve comunicado.

Um dos primeiros modelos a chegar ao mercado português é a mais recente coleção LZ126 Los Angeles, que consiste para já num cronógrafo mecânico automático (com quatro variantes, derivadas de diferentes conjugações de mostradores e braceletes) que utiliza o novíssimo movimento Seiko NE-88 com roda de colunas e funcionamento a 28.800 alternâncias/hora.

Este modelo possui uma caixa em aço resistente a cinco  atmosferas com 42mm de diâmetro e um elevado nível de execução, incluindo mostrador protegido por vidro de safira e fundo em vidro para observação do movimento.

Jorge Pinheiro, diretor-geral da SRI, disse a propósito que “a entrada da Zeppelin no mercado português vem no seguimento da implantação da Junkers em Portugal, cujos relógios se têm vindo a impor com sucesso em virtude da sua extraordinária relação preço/qualidade”. E conclui: “Não temos dúvidas que a Zeppelin irá certamente seguir os mesmos passos, até porque partilha dos mesmos valores da Pointtec, de propor relógios com engenharia alemã acessíveis a um leque alargado de consumidores”.

OJE

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