Renegociações do leasing de aviões da TAP vão reduzir em 175 milhões de dólares as saídas de caixa já em 2020

O draft do Plano de Reestruturação da TAP, hoje apresentado pelo ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, prevê que as renegociações do leasing dos aviões da companhia diminuam já em 2020 as saídas de dinheiro de caixa da companhia.

Para o total do ano de 2020, prevê-se que as renegociações da TAP em matéria de leasing de aviões “reduzam em cerca de 175 milhões de dólares as saídas de caixa relacionadas com o leasing operacional de aviões”, refere o draft do Plano de Reestruturação a que o JE teve acesso.

“No que respeita a custos com pessoal, no terceiro trimestre de 2020, foram reduzidos em 49% face a igual período de 2019”, entre o lay off, de apoio à retoma progressiva e a não renovação de contratos a termo”, explica o documento.

“As medidas enunciadas acima contribuíram, de forma significativa, para reduzir o consumo diário de caixa quando comparado com abril, tendo-se reduzido cerca de 4 vezes desde então”, esclarece ainda.

“Até agora, a Companhia operou mais de 85 voos de repatriamento, para três continentes – Europa, África e América do Sul –, cerca de 13 países, designadamente, Holanda, Reino Unido, França, Portugal, Angola, São Tomé, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique, Venezuela, Marrocos, Brasil e Peru, permitindo o regresso a casa de cerca de 12 mil pessoas”, refere o documento.

“A TAP Carga realizou centenas de voos, cerca de 380, durante o período pandémico, entre 15 de março e 24 de novembro, para vários continentes, incluindo Europa, Ásia, África, América, e assegurando o transporte de carga médica e humanitária entre os vários países”, refere ainda.

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