Renováveis recebem 1,5 vezes o PIB português de investimento

Mais de um quarto da energia produzida em 2020 será verde. Segundo um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) agora tornado público, juntas a energia eólica, a solar e a hidráulica representarão 26% da produção de eletricidade no mundo daqui a cinco anos. Em 2013, essa participação situava-se em 22%. Para darem este salto, […]


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Mais de um quarto da energia produzida em 2020 será verde. Segundo um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) agora tornado público, juntas a energia eólica, a solar e a hidráulica representarão 26% da produção de eletricidade no mundo daqui a cinco anos. Em 2013, essa participação situava-se em 22%.

Para darem este salto, as energias renováveis exigem investimentos vultuosos. A Agência Internacional de Energia quantifica em 230 mil milhões de dólares (205 mil milhões de euros) anuais as necessidades até 2020. Ou seja, as renováveis vão receber por ano qualquer coisa como 1,5 vezes o Produto Interno Bruto Português. No ano passado, o investimento foi até um pouco superior: 270 mil milhões de dólares (240 mil milhões de euros.)

Este ritmo de investimento permitirá que o mundo ganhe, nos próximos cinco anos, uma capacidade produtiva de 700 gigawatts em renováveis, o equivalente a 700 reatores nucleares.

O número representará quase dois terços da nova capacidade adicionada ao sistema elétrico mundial, estima a AIE.

O desenvolvimento será particularmente relevante nos mercados emergentes, revela o relatório de médio prazo AIE em matéria de energia renovável. Só a China representará 40% da nova capacidade instalada.

Em muitos países, como a África do Sul, Brasil e Índia, mas também no Oriente Médio ou em alguns estados dos EUA, as energias verdes, nomeadamente a energia eólica terrestre e a solar fotovoltaica, viram os seus custos de produção cair drasticamente, nos últimos anos, tornando-se verdadeiramente competitiva com outros tipos de energia, explica a agência.

A baixa vai continuar. Para a eólica onshore, os custos de novos parques, que já diminuíram 30% entre 2010 e hoje, deverão cair mais 10%. Na energia solar, a AIE estima que os custos caiam um quarto face aos níveis atuais, depois de uma baixa de dois terços desde 2010.

Esta estimativa fundamenta-se na “descida da taxa de instalações de novas capacidades, mas também na redução dos custos de investimento para as tecnologias mais dinâmicas”, incluindo a energia solar e a eólica onshore, salienta a AIE.

Almerinda Romeira/OJE

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