Renting é a solução mais competitiva num mercado em mudança

Num evento digital, a LeasePlan desconstruiu a questão que tem sido colocada por empresas e particulares: compra, leasing ou renting? As conclusões apontam para uma vantagem financeira do renting e há até tendências em recuperação no setor automóvel em virtude da pandemia.

O evento promovido pela LeasePlan e transmitido digitalmente abordou as principais diferenças entre os modelos de compra, leasing e renting. O objetivo era estabelecer as vantagens e desvantagens entre estas soluções, comparando até os encargos financeiros subjacentes a cada uma. A diferença entre necessidades empresariais e particulares não ficou esquecida, mas os consultores da LeasePlan alertam: há tendências na utilização de veículos que estão a ser recuperadas em virtude do paradigma de segurança sanitária que vivemos, e exemplo disso é o reforço dos veículos privados em detrimento dos públicos ou partilhados.

O Diretor Comercial da LeasePlan, Ricardo Silva, explica que no mercado em que a locadora está inserido, “apesar de o renting estar já disseminado junto das grandes empresas, a verdade é que junto das pequenas e médias empresas (PME) e junto dos particulares ainda é relativamente desconhecido”.

Foi nesse sentido que a LeasePlan dinamizou o evento virtual, até porque “uma das principais questões que nos surge é ‘atendendo às minhas características, o que devo fazer na compra do próximo automóvel?”, diz Ricardo Silva.

O que explica esta dificuldade em escolher? O Diretor Comercial da LeasePlan acredita que a resposta passa por dois critérios: necessidade e custo.

Ricardo Silva, Diretor Comercial da LeasePlan

 

“Primeiro, é preciso entender o que caracteriza cada uma destas soluções – Quais as vantagens? Quais se adequam às minhas necessidades? E, mais importante, como comparo estas três modalidades financeiramente?”.

 

O interesse no tema surge, para Camilo Lourenço, porque “o mercado mudou muito nos últimos meses, em particular no último ano”. Os constrangimentos causados a nível global pelo contexto pandémico “geraram um problema muito complicado para o setor automóvel: adiou decisões e suspendeu compras e investimentos”, esclarece reforçando que “falta aquilo que é fundamental e essencial na economia: confiança”.

Se para os particulares a apreensão se prende com as tomadas de decisões que implicam compromissos financeiros a longo e médio prazo, para as empresas a preocupação gira em torno da sustentabilidade financeira.

“Todo este contexto económico mudou o paradigma do setor automóvel”, diz Camilo Lourenço. Aliás, os dados confirmam isso mesmo: de 2019 para 2020, a produção automóvel caiu 24%, as vendas de automóveis totais caíram 34% e até “os primeiros sinais do primeiro trimestre deste ano indicam uma quebra de 26%”, conclui.

E neste contexto, cabe às locadoras informar e comparar modelos para que organizações e particulares estabeleçam confiança para as suas próximas decisões. Aqui, coube aos consultores Ana Silvestre e Pedro Luz fazer um side-by-side das vantagens e dos custos associados a cada uma das soluções existentes: compra, leasing e renting.

Ana Silvestre reforça a ideia de que “de uma forma geral, o que pauta as decisões dos nossos consumidores tem sido a incerteza”. A redução das vendas no setor automóvel pode ser explicada pelo encerramento prolongado dos stands e concessionários e pela redução das viagens e distâncias percorridas: “os consumidores não tiveram acesso a oferta disponível e também já não fazem tantos quilómetros como faziam antes da pandemia”.

Mas para a consultora da LeasePlan a questão mais fulcral neste cenário prende-se com o receio em assumir compromissos de longo prazo. “De acordo com o Mobility Insights Report que a LeasePlan divulgou em novembro do ano passado, sabemos que 46% dos consumidores não sabe ou não vai adquirir um veículo nos próximos 5 anos”, recorda.

Ana Silvestre e Pedro Luz, Consultores da LeasePlan

Já Pedro Luz lembra que, por outro lado, “houve também uma inversão das tendências de mercado até aqui porque 79% dos consumidores estão mais preocupados com a sua segurança e conforto”.

“Obviamente, esta preocupação traduz-se numa recuperação da tendência de utilização do transporte enquanto meio privado, em detrimento da utilização de transportes públicos ou de soluções de car-sharing”.

É aqui que entram as diferentes soluções em jogo. Os consultores assumem que é natural que o estado atual do mercado cause dúvidas e apreensão junto dos consumidores empresariais e particulares e que isso resulte em hesitação, mas recordam que “há procura por serviços flexíveis que não ponham em causa a liquidez”. Pedro Luz vai mais longe e diz mesmo: “para ter carro não precisamos necessariamente de o comprar”.

A compra do automóvel surge como “o modelo que confere maior autonomia e liberdade ao comprador”, explica o consultor. Há total liberdade de escolha sobre a marca, o modelo, as características e até onde o comprar. “Mas, muitas vezes, os consumidores não sabem se estão a tomar a decisão certa. O poder negocial [dos consumidores] é diminuto e acabam por aceitar um preço de compra muito próximo do valor de mercado [do veículo] ”, explica Pedro Luz.

Ana Silvestre recordou que a desvalorização é um fator importante: “Ao fim dos primeiros cinco anos de vida do automóvel, a desvalorização é de cerca de 50%”, diz. Além da perda de valor, a consultora recorda que “ao longo de toda a vida útil do veículo, as preocupações são da inteira responsabilidade do seu comprador: as idas à oficina, a escolha e pagamento do seguro, as coberturas, inspeção… Tudo questões que pesam na carteira”.

A imprevisibilidade desses mesmos custos é também um risco na hora de comprar.

Já no leasing, apesar da presença de uma instituição financeira junto da qual é escolhida uma renda com base nos parâmetros definidos pelo consumidor, permanece a dúvida “será que fiz a escolha certa?”

No leasing, a dúvida mantém-se “será que estou a fazer a escolha certa?” mas tem que ter sempre presente que nenhuma instituição e independente o suficiente para o ajudar.

Para Ana Silvestre, no leasing tal como na compra, “existe a preocupação de gestão de vida do veículo, que aqui continua a ser da responsabilidade do consumidor”. Pedro Luz destaca uma vantagem: “No final do contrato, podem ou não exercer a opção de compra, mas poderão estar a fazer um investimento num bem já bastante desvalorizado”.

Camilo Lourenço, que apresentou as conclusões do evento

O renting de facto separa-se das outras opções. “O que importa é a combinação entre aquilo que os consumidores procura e as campanhas disponíveis pelas locadoras”, diz Ana Silvestre.

“Uma diferença é que também não há necessidade de investimento inicial”, explica Pedro Luz. “Quem opta pelo renting pode desde logo contar com duas vantagens: uma negociação em escala, uma vez que as locadoras compram veículos em quantidades, mas também o facto de o valor residual não entrar para o cálculo do valor da renda”.

Já na gestão do ciclo de vida do veículo, neste modelo, é tudo responsabilidade da locadora. Deixam de existir preocupações com seguros, inspeções, avarias, sinistros, etc. “O condutor passa a saber sempre com que custos tem de viver: tem a renda. A incerteza que paira em torno da compra ou do leasing, passa para a locado no modelo de renting”, diz Ana Silvestre.

Quando comparados os modelos financeiramente, há uma clara vantagem do renting, tanto para empresas como para particulares.

“A componente dos impostos, sobretudo para as empresas, representa normalmente quase um quarto do custo de utilização”, explica a consultora.

No final de contas, o renting é 16% mais competitivo de que a compra, quando só comparado com esta. Já para as empresas, onde se compara também o leasing, mais uma vez o renting surge vencedor: 22% mais barato que a compra e 21% mais barato que o leasing.

São conclusões compiladas em diferentes e-books, disponibilizados pela LeasePlan, que pode consultar em maior detalhe no seu website.

 

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com a LeasePlan.

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