Residências Domus Vida: uma solução segura para seniores

As residências assistidas Domus Vida, localizadas no Estoril e em Lisboa, oferecem atualmente uma proposta que alia o conforto, a privacidade e a qualidade de serviços a um conjunto de medidas de segurança adaptadas ao novo contexto de pandemia.

Durante o período da pandemia, as visitas passaram a cumprir rigorosas normas de segurança

 

Quer em estadias permanentes, quer em estadias temporárias de recuperações ortopédicas, neurológicas e de assistência a doentes oncológicos e crónicos, a oferta de serviços das Residências Domus Vida compreende o acompanhamento assistencial permanente dos residentes por equipas dedicadas e altamente qualificadas, preparadas para prestar apoio assistencial 24 horas por dia. O seu principal objetivo é melhorar a capacidade funcional, estimular a autonomia e promover a saúde e bem-estar de todos os que fazem das Residências Domus Vida do Estoril ou de Lisboa a sua casa.

Estas estadias são adaptadas tendo em conta o contexto clínico e pessoal de cada um. É através da identificação das necessidades específicas de cada residente que conseguem proporcionar uma estadia personalizada que promova a dignidade e a qualidade de vida. Por exemplo, o Condomínio Residencial Domus Vida de Lisboa foi pensado para pessoas independentes que procuram uma casa na qual não tenham que se preocupar com a gestão da vida diária. São apartamentos T1 e T2, complementados com todos os serviços que lhes conferem segurança, comodidade e bem-estar.

A situação de pandemia mundial veio alterar profundamente as nossas vivências e afetar de forma especialmente preocupante a população sénior. Por isso, representa também uma responsabilidade acrescida, mas também um reforço da qualidade da oferta de serviços das Residências Domus Vida.

A primeira fase de resposta à pandemia foi caraterizada por uma rápida e estratégica atuação perante um acontecimento de enorme imprevisibilidade e escassa informação mas que afetou, desde logo e de forma particular, a faixa de população sénior, ou seja, os atuais e futuros residentes das residências Domus Vida.

A elaboração de um plano de contingência, compreendendo um conjunto alargado de medidas e procedimentos adaptados à realidade das duas residências assistidas e respetivas equipas, foi uma iniciativa de grande relevância que começou a ser desenvolvida no final de fevereiro, numa altura em que as orientações oficiais da Direção Geral da Saúde (DGS) eram ainda escassas e relativamente difusas.

A primeira versão do documento, com data de 6 de março, foi amplamente divulgada e comunicada aos colaboradores e, desde essa altura, sofreu atualizações periódicas, sempre que justificado pela evolução da situação, por novas informações e recomendações da DGS e pelas melhores práticas do setor.

Neste contexto, importa referir a antecipação de algumas medidas que só posteriormente foram consideradas pela DGS, como foi o caso, por exemplo, da restrição de visitas e da utilização obrigatória de equipamento completo de proteção por parte dos colaboradores.

O plano de contingência tem sido um guia de operacionalização e monitorização constantes, de grande utilidade para todos os elementos das equipas responsáveis, cujo foco inicial foi dotar as residências de capacidade de resposta, efetiva e controlada, face aos potenciais cenários de evolução da pandemia, minimizando os impactos junto de residentes, familiares e colaboradores.

 

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