Restaurantes da AHRESP vão assegurar alimentação dos peregrinos da Jornada Mundial da Juventude

A AHRESP vai apoiar a Fundação na “definição das regras de funcionamento da rede de restaurantes e similares que irão assegurar o fornecimento de refeições para os participantes da Jornada Mundial da Juventude e contactar restaurantes e similares para promover a sua adesão à rede, bem como promover o uso do Guia de Boas Práticas da Restauração e Bebidas junto da rede”, lê-se no comunicado.  

As empresas do Canal Horeca associadas da AHRESP vão garantir a alimentação dos peregrinos que vierem à Jornal Mundial da Juventude em agosto de 2023, de acordo com um protocolo de cooperação que a associação de restauração assina com a Fundação JMJ (Jornada Mundial da Juventude) na segunda feira. Desconhecem-se, para já, os termos ou as verbas envolvidas no acordo.

Na sequência desse protocolo a Fundação assegura com a AHRESP “a alimentação dos peregrinos inscritos na JMJ Lisboa 2023”. Já que com este protocolo, a Fundação e a AHRESP identificam uma rede de restaurantes e similares para o fornecimento de refeições no decorrer da Jornal Mundial da Juventude, que vai decorrer em Lisboa, entre 1 e 6 de agosto de 2023.

A AHRESP vai ainda apoiar a Fundação na “definição das regras de funcionamento da rede de restaurantes e similares que irão assegurar o fornecimento de refeições para os participantes e contactar restaurantes e similares para promover a sua adesão à rede, bem como promover o uso do Guia de Boas Práticas da Restauração e Bebidas junto da rede”, lê-se no comunicado.

A AHRESP considera que a assinatura deste protocolo “irá certamente contribuir para melhor acolher os milhares de peregrinos desta jornada de paz em tempo de guerra como assinalou o Papa Francisco”.

A associação de restauração cita no comunicado uma frase do Papa Francisco que diz que “cabe a nós escolher se seremos espectadores ou envolvidos. Vemos as crises de hoje, o declínio da fé, a falta de participação e o que fazemos? Limitamo-nos a fazer teorias, a criticar, ou arregaçamos as mangas, comprometemo-nos na vida, passamos do «se» das desculpas ao «sim» da oração e do serviço?”. A citação foi proferida recentemente, em Asti, no Piemonte, no norte de Itália, terra natal dos seus avós.

 

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