Sacyr debaixo do fogo dos hedge funds

O grupo de construção e serviços Sacyr vive o pior momento do ano na bolsa de Madrid. O papel da empresa caiu para mínimos, valendo atualmente 2,15 euros. Trata-se do valor mais baixo desde 2013 e configura uma queda superior a 20% desde o início do ano. Mas o pior ainda poderá estar para vir, […]


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O grupo de construção e serviços Sacyr vive o pior momento do ano na bolsa de Madrid. O papel da empresa caiu para mínimos, valendo atualmente 2,15 euros. Trata-se do valor mais baixo desde 2013 e configura uma queda superior a 20% desde o início do ano.

Mas o pior ainda poderá estar para vir, escreve, esta manhã, o diário económico espanhol Expansión: em simultâneo, os três hedge funds, fundos especializados em investimentos de alto risco, com mais posições curtas aumentaram as suas apostas contra o grupo de construção e serviços.

O Expansión dá conta que na última semana, o fundo Marshall Wace aumentou a sua posição curta de 0,80% para 0,92%; o fundo Oxford Asset Management de 0,61% para 0,73% e o Man Investment de 0,52% para 0,64%.

Este movimento em bloco e no mesmo sentido significa que as posições curtas da Sacyr representam já 4,22% do capital, acrescenta o Expansión, referindo tratar-se de um número sem precedente na história da empresa, cujo papel nunca havia enfrentado uma ofensiva desta dimensão.

Depois de uma queda de mais de meio euro desde o início deste mês, que teve como consequência uma diminuição significativa na capitalização bolsista da Sacyr, que caiu para pouco mais de 1.100 milhões de euros, os três hedge funds mais agressivos aumentaram o apetite sobre a construtora numa atitude de quererem levá-la ao tapete.

O colapso das ações da Repsol é o principal argumento dos vendedores para redobrar a pressão sobre a Sacyr, cuja participação de 9,5% no capital da petrolífera começa a amargar. Depois de ter atingido os máximos anuais, o preço do papel já perdeu quase metade do valor.

OJE

 

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