SAGE. Cumprir obrigações, a tempo e horas, ainda é um desafio

A experiência no terreno, junto das PME, aponta como principais dificuldades o cumprimento atempado das obrigações fiscais e a adaptação às alterações frequentes, assim explica ao OJE, Maria Antónia Costa, country manager da Sage Portugal.


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Em termos fiscais, o que podem esperar as PME em 2016?
O pior cenário para as empresas é a indefinição. O impasse político que vivemos e o atraso na apresentação do Orçamento de Estado criaram uma situação de incerteza e insegurança sobre o futuro com reflexos a vários níveis da eco nomia portuguesa. As empresas são muito afetadas por este abrandar de tomada de decisões. Neste momento, o importante é conhecer qual vai ser o caminho em termos de política fiscal e qual o impacto para a economia.

Que caminhos devem seguir para se manterem competitivas?
Há várias frentes em aberto que constituem desafios para as PME. Entre elas está o mundo digital que nos traz novas formas de trabalhar e de chegar aos mercados, mais dinâmicas e mais eficientes. Também a qualidade da gestão e a inovação são fatores de sucesso nos quais as PME devem investir, procurando formar e renovar os quadros, abrir portas aos jovens recém-licenciados e às novas tecnologias.

De que forma responde a vossa oferta às maiores dificuldades encontradas pelas PME?
As maiores dificuldades das PME em matéria fiscal são o cumprimento atempado das obrigações e a adaptação às alterações frequentes. A Sage tem como prioridade assegurar que as suas soluções cumprem, a todo o momento, os requisitos legais e fiscais dando toda a segurança e confiança. As nossas ferramentas de gestão também facilitam a interação com as autoridades tributárias tornando o cumprimento das obrigações mais simples e rápido. Por outro lado, a nossa oferta de soluções de gestão é complementada com ações de formação e serviços de assistência telefónica especializados aos quais os nossos clientes recorrem com frequência para esclarecer as suas dúvidas.

Por Sónia Bexiga/OJE

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