Saída da Microsoft impediu Bill Gates de ter o dobro da fortuna de Musk e Bezos juntos

Caso Gates se tivesse mantido no cargo e, em 1997, não tivesse vendido parte das suas duas mil milhões de ações, teria atualmente uma fortuna de 700 mil milhões de dólares (621,7 mil milhões de euros).

Bill Gates

Durante vários anos, Bill Gates, foi a pessoa mais rica do mundo de acordo com a “Forbes”. O fundador da Microsoft poderia não só ter mantido o lugar, como atualmente, segundo o valor de mercado da tecnológica norte-americana, poderia ter o dobro da fortuna de Elon Musk e Jeff Bezos juntos – os dois homens mais ricos do mundo.

A razão pela qual Bill Gates deixou de figurar entre os homens mais ricos do mundo é simples. Em 2020 deixou a Microsoft, justificando a sua saída para se dedicar à filantropia, através da fundação do casal – Bill & Melinda Gates Foundation, que fundou em 1997.

Ainda assim, a imprensa norte-americana apontou como uma das principais razões para a saída do fundador da Microsoft, um alegado envolvimento com uma funcionária da empresa, que motivou uma investigação interna. De resto, em maio deste ano, Bill e Melinda Gates anunciaram o fim do casamento que durou quase 30 anos.

Caso Gates se tivesse mantido no cargo e, em 1997, não tivesse vendido parte das suas duas mil milhões de ações, teria atualmente uma fortuna de 700 mil milhões de dólares (621,7 mil milhões de euros), o suficiente para superar as fortunas de Musk (340,4 mil milhões de dólares) e de Bezos (200,3 mil milhões de dólares), segundo uma análise da “Bloomberg”. Ainda assim, Gates é o quarto homem mais rico do mundo, com uma fortuna de 137,3 mil milhões de dólares (121,7 mil milhões de euros), segundo a “Forbes”.

Apenas no espaço de um ano, as ações da Microsoft dispararam 50%, umas das maiores valorizações entre as gigantes tecnológicas, atribuída à popularização do trabalho remoto potenciado pela pandemia de Covid-19.

Recomendadas

Premium“Somos a ótica das pessoas e que traz o know how francês”, diz CEO do grupo MonOpticien

Em entrevista ao JE, o CEO do grupo MonOpticien, Florent Carriére, explica o modelo de subscrição que traz para Portugal. “O meu concorrente não é a Multióticas, é a a Netflix e o Spotify”, sublinha.

Bancos da zona euro devolvem antecipadamente 447,5 mil milhões ao BCE

Este montante vem juntar-se aos quase 300 mil milhões de euros que foram reembolsados antecipadamente em 23 de novembro.

Região de Coimbra lança Academia Gastronómica para reforçar distinção europeia

A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra vai promover, em 2023, um conjunto de iniciativas para reforçar o estatuto de Região Europeia de Gastronomia com que foi distinguida no biénio de 2021-2022.
Comentários