Salgado mostra “inteira disponibilidade” para prestar “necessários esclarecimentos”

O antigo presidente executivo do BES, Ricardo Salgado, disse ter “inteira disponibilidade” para prestar os “necessários esclarecimentos” na comissão parlamentar de inquérito sobre o banco. De acordo com um texto que hoje chegou aos deputados e à comissão de inquérito, e a que a agência Lusa teve acesso, Salgado assume “inteira disponibilidade” para prestar o […]

O antigo presidente executivo do BES, Ricardo Salgado, disse ter “inteira disponibilidade” para prestar os “necessários esclarecimentos” na comissão parlamentar de inquérito sobre o banco.

De acordo com um texto que hoje chegou aos deputados e à comissão de inquérito, e a que a agência Lusa teve acesso, Salgado assume “inteira disponibilidade” para prestar o seu depoimento e os “necessários esclarecimentos” no parlamento na próxima semana.

Na mesma missiva, o antigo presidente do Banco Espírito Santo (BES) diz não poder entregar no parlamento as atas das reuniões do Conselho Superior do GES, como requisitado, alegando “reserva de intimidade” e também porque as mesmas foram recolhidas nas buscas envolvendo os processos “Monte Branco” e “Universo Espírito Santo”.

“No âmbito das referidas diligências judiciais, o meu domicílio pessoal e os espaços que utilizei (e utilizo) para fins profissionais foram objeto de buscas, tendo toda a documentação relativa às reuniões do Conselho Superior do GES que tinha na minha posse sido apreendida. Consequentemente, os objetos apreendidos passaram a integrar os aludidos processos judiciais, que se encontram em fase de inquérito e aos quais foi aplicado o segredo de justiça”, escreve Ricardo Salgado.

O ex-presidente do BES será ouvido na comissão de inquérito na próxima terça-feira às 9h00.

OJE/Lusa

Recomendadas

PCP defende aumento do salário mínimo nacional para 850 euros em janeiro

O secretário-geral do PCP acusou o Governo de querer “retomar todos os caminhos da política de direita, fazer comprimir ainda mais os salários, facilitar a exploração, abrir espaço para os negócios privados na saúde e na educação, condicionando ou justificando as suas opções com as orientações e imposições da União Europeia e do euro”.

Irão: Impacto das sanções dos EUA prejudica cooperação com Portugal

Mortza Damanpak Jami destaca que as relações comerciais podem sair afetadas, mas as culturais têm-se desenvolvido, com “muitas oportunidades e muitos programas ligados à cultura”.

Respostas Rápidas: como deve investir a pensar na reforma?

Com uma estrutura demográfica cada vez mais envelhecida, as dúvidas em torno da sustentabilidade da Segurança Social no médio-prazo reforçam o papel da poupança privada no rendimento dos portugueses em reforma, pelo que importa compreender os vários instrumentos financeiros ao seu dispor.