Maria Salomé Rafael inicia novo mandato como presidente da NERSANT

Empresária define assim a ambição para os próximos três anos: “Queremos continuar a ser importantes e alavancas do crescimento económico da região”.

Maria Salomé Rafael foi empossada para um terceiro mandato como presidente da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, definindo como objetivos a aposta na economia digital, na economia circular e na Indústria 4.0.

Em declarações ao Jornal Económico, Maria Salomé Rafael faz um balanço “extremamente positivo” do mandato que agora terminou.

Eleita pela primeira vez em 2011, a empresária foi vice-presidente da Federação de Comércio e vice-presidente da CCP – Confederação do Comércio de Portugal. Define assim a ambição para os próximos três anos: “Queremos continuar a ser importantes e alavancas do crescimento económico da região”.

 

Que balanço faz do mandato que agora termina?

Fazemos um balanço extremamente positivo, deste triénio que passou.

Investimos muito no aumento das exportações e da internacionalização das empresas da região. O que se verificou foi um aumento significativo no crescimento das exportações, que foi mesmo superior ao crescimento médio do país. Investimos ainda na área do empreendedorismo. Na criação de startups em todo o distrito, na formação e qualificação.

A nossa aposta passou sobretudo pela formação dos nossos associados e na sua preparação na era digital: na área da Indústria 4.0, empreendedorismo, modernização das empresas.

Também conseguimos aumentar o número de associados, algo que estava definido como objetivo.

 

O que podemos esperar do novo mandato?

Este mandato será de continuidade, mas com algumas iniciativas novas.

Queremos seguir a nossa estratégia, no quadro comunitário 2020. Queremos apostar mais forte na economia digital, na economia circular, assim como na Indústria 4.0.

Vamos continuar a investir na formação e qualificação na era digital. No que diz respeito à internacionalização de empresas e ao aumento das exportações, vamos continuar a ter iniciativas que permitam o seu aumento, bem como formações.

A novidade que queremos introduzir neste triénio é um projeto ao nível das autarquias da Região do Ribatejo. Queremos desenvolver a Startup do Ribatejo, sendo que ficará como chapéu para todas as startups da região. Até porque já temos, no distrito, experiências muito positivas que deram frutos. A ideia é trabalhar em rede, de forma integrada, num quadro de cooperação e parceria, de maneira a promover e aumentar o empreendedorismo na região. Consideramos que as autarquias são parceiros muito importantes nestas iniciativas.

 

Que ambição tem definida?

Queremos continuar a ser importantes e alavancas do crescimento económico da região.

Para isso, vamos continuar o investimento na área tecnológica e de modernização do nosso tecido empresarial.

Todas as nossas ações feitas num quadro de cooperação e parceria com as entidades locais.

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