Secretário nacional do PS quer governo socialista

Ainda não está garantido que a vitória eleitoral da coligação Portugal à Frente (PàF) lhe garanta a formação de um Governo. Os socialistas ainda podem vir a formar um Executivo. O secretário nacional do Partido Socialista (PS), Porfírio Silva, defende um Governo liderado pelos socialistas. Os encontros com o Partido Comunista Português (PCP) e o […]


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Ainda não está garantido que a vitória eleitoral da coligação Portugal à Frente (PàF) lhe garanta a formação de um Governo. Os socialistas ainda podem vir a formar um Executivo.

O secretário nacional do Partido Socialista (PS), Porfírio Silva, defende um Governo liderado pelos socialistas. Os encontros com o Partido Comunista Português (PCP) e o Bloco de Esquerda (BE) já fazem parte desse objetivo. O PS pode vir a rejeitar o Orçamento do Estado da coligação e propor um governo em coligação com os restantes partidos de esquerda.

“No atual quadro parlamentar, só vejo uma forma de fazer isto. Devemos verificar as condições de um governo sem PSD e sem CDS, não vamos deixar o Bloco e o PCP a fazerem de conta que querem apoiar um governo do PS se apenas estiveram a carregar munições para a sua retórica futura, vamos verificar o que eles querem efetivamente dizer e fazer, vamos testar aquilo a que estão dispostos. E digo: vamos fazer esse teste publicamente. O meu entendimento é que o PS deve promover reuniões formais, ao mais alto nível, com o propósito declarado de verificar as condições de um governo liderado pelo PS em que o PCP e o Bloco assumam as responsabilidades a que até hoje fugiram”, escreve Porfírio Silva no seu blogue Machina Speculatrix.

Porfírio Silva, que realça que escrever “assumindo a minha condição de Secretário Nacional do Partido Socialista e fazendo deste texto uma espécie de declaração de voto”.

Para o secretário nacional socialista, “quando um indigitado primeiro-ministro da direita aparecer no Parlamento com o seu programa de governo, o PS deve estar, já nessa altura, de posse de todos os dados que lhe permitam saber se tem alguma utilidade política apresentar uma moção de rejeição que tenha o carácter de uma moção de censura construtiva, na medida em que contenha as linhas fundamentais de um governo alternativo capaz de reunir apoio coerente e responsável na Assembleia da República”.

Porfírio Silva acrescenta que “o PS disse aos quatro ventos durante a campanha ‘Há outro caminho.’ Não podemos desistir de trilhar esse caminho. Mais exatamente: temos de construir esse caminho, assumindo o esforço. O PS rejeitou, em moção aprovada no último Congresso Nacional, a teoria do arco da governação. Rejeitou – e bem. Porque o ‘arco da governação’ é uma invenção da direita para retirar a uma parte do eleitorado os seus direitos democráticos e condicionar o PS”.

Aquele responsável socialista explica que “uma forma clássica de matar um partido é permitir que ele deixe de representar aqueles que prometeu representar. Ora, nas eleições de domingo passado, nenhum eleitor votou no PS para dar continuidade a este governo”.

Carlos Caldeira/OJE

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