PremiumSegunda volta das presidenciais: um país, dois extremos

Depois das revoltas de 2019 e de uma sucessão de eleições e referendos, os chilenos decidiram desprezar as propostas ao centro e optar por soluções mais radicais, com várias incógnitas.

A segunda volta das eleições presidenciais no Chile – país sobejamente conhecido pela radicalidade dos seus avatares políticos – coloca em confronto duas propostas radicais, uma à direita outra à esquerda, que secaram o centro do espectro partidário, e quem quer que seja que ganhe lançará os chilenos numa aventura de contornos não totalmente conhecidos.
Segundo as sondagens mais recentes, o candidato da Frente Ampla e do Partido Comunista do Chile, Gabriel Boric, está um passo à frente do candidato da extrema-direita e do Partido Republicano, José Antonio Kast, mas a dois dias da decisão final ainda nada é definitivo.

Os últimos 15 meses foram de intensa atividade política para os chilenos, chamados a votar um referendo constitucional, parlamentares, munícipes dos mais diversos escalões, primárias presidenciais, a primeira volta das presidenciais e finalmente a segunda – que irá decidir o ocupante do célebre palácio de La Moneda.

 

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