Segurança Social com excedente de 1.611 milhões de euros em abril de 2022

O Executivo revela que a Segurança Social fechou abril de 2022, “marcado por constrangimentos provocados pela inflação e pela mobilização de apoios extraordinários”, com um excedente de 1.611 milhões de euros.

A Segurança Social fechou abril de 2022, “marcado por constrangimentos provocados pela inflação e pela mobilização de apoios extraordinários”, com um excedente de 1611,2 milhões de euros, revela o Executivo nesta sexta-feira, 27 de maio.

Para este resultado contribuiu um aumento da receita efetiva de 643 milhões de euros (mais 6,3% em termos homólogos) e um decréscimo da despesa efetiva no montante de 743 milhões de euros (menos 7,4% do que no período homólogo).

A receita efetiva da Segurança Social atingiu, em abril, o montante de 10.871 milhões de euros, o que representa um aumento de 6,3% face ao período homólogo. Este aumento deve-se, segundo o Executivo, ao acréscimo da receita total de contribuições e quotizações em 766 milhões de euros (mais 12,8% do que no período homólogo de 2021). É também destacado o aumento das transferências correntes da administração central que ascende a 100 milhões de euros (sem incluir a transferência para o Regime Substitutivo Bancário).

Já a despesa efetiva atingiu 9.260 milhões de euros, o que representa um decréscimo de 7,4% face ao período homólogo de 2021. Um decréscimo que se deveu essencialmente, “às medidas extraordinárias adotadas no âmbito da situação de pandemia por Covid-19, bem como as que têm por objetivo repor a normalidade”, que ascenderam a 468 milhões de euros, resultando numa redução da despesa em 591 milhões de euros, face ao período homólogo.

O Executivo explica que para além das despesas relacionadas com a Covid-19, a evolução da despesa resulta de um aumento da despesa com pensões e complementos em 113 milhões de euros (mais 2,1 % do que em abril de 2021) e da despesa com programas e prestações de ação social em 11 milhões de euros (mais 1,7% do que em abril de 2021). E também do acréscimo da despesa com o subsídio e complemento por doença em 52 milhões de euros (mais 21,7% do que em abril de 2021), bem como com prestações de parentalidade em 33 milhões de euros (mais 16,1 % do que em abril de 2021).

De acordo com o Governo, verificou-se ainda uma diminuição de despesa com prestações de desemprego no montante de 135 milhões de euros (menos 22,4 % do que abril de 2021) e da despesa com subsídios e transferências correntes, relativos à vertente de formação profissional e de ação social, no valor de 91 milhões de euros (menos 18,9% do que em abril de 2021).

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